15 agosto 2022

Nota de pesar pelo falecimento de Almerindo Rego

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN expressa o seu pesar pelo falecimento de Almerindo Rego, sindicalista socialista, que marcou a história de luta pela dignificação das profissões dos técnicos de saúde de diagnóstico e terapêutica e que foi durante largos anos Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica.

A CSS da CGTP-IN expressa ao Sindicato e à família sentidas condolências.

09 julho 2022

Sindicatos da CGTP-IN condenam invasão da Ucrânia pela Rússia e solidarizam-se com os trabalhadores Ucranianos

 Conferência de Imprensa

 

Sindicatos da CGTP-IN condenam invasão da Ucrânia pela Rússia e solidarizam-se com os trabalhadores Ucranianos

Dia 08 de Julho de 2022 (Sexta-feira), 17 Horas

Hotel VIP Zurique (Metro Entrecampos)

Rua Ivone Silva 18, 1050-124 Lisboa

 

DECLARAÇÃO POLITICO-SINDICAL DE OITO SINDICATOS DA CGTP-IN

SOBRE A INVASÃO DA UCRÂNIA PELA RÚSSIA:

A PAZ NECESSÁRIA É POSSÍVEL - DESDE QUE SE RESPEITE O DIREITO INTERNACIONAL!

Já passaram quatro meses desde que o Mundo foi surpreendido pela invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de Fevereiro!

A Ucrânia é um Estado independente; a Rússia é um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

O direito internacional tem regras e as Nações Unidas, é a organização internacional vocacionada para dirimir conflitos entre Estados - uma invasão militar de um país independente, não se integra nas regras internacionais e fere profundamente toda a arquitetura institucional da ONU!

Recordamos que estes princípios somente foram adquiridos após a II Guerra Mundial na sequência da derrota do nazismo-fascismo, o que então representou (e que continua a representar) um enorme progresso civilizacional.  

Acresce que uma ação tão brutal de um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU representa um ataque direto ao cerne do direito internacional e à própria ONU, o que poderá colocar em causa o próprio edifício das Nações Unidas.

É neste quadro, que os oito sindicatos abaixo-assinados, após quatro meses de intensos combates na Ucrânia, decidem que é chegada a hora de, publicamente, afirmarem a sua posição sobre este processo pois o seu silêncio poderia ser entendido como conivente com posicionamentos errados ou complacentes com a invasão russa.

Assim, os oito sindicatos abaixo-assinados declaram:

1.    Que a invasão da Ucrânia pela Rússia foi uma ação militar contra um país Independente e Soberano, que viola a sua integridade territorial, ataca o próprio direito internacional e a Carta das Nações Unidas;

2.    Que esta acção da Rússia só pode ser caracterizado como uma ação imperialista, em que um Estado mais forte invade outro, mais fraco, para fazer valer os seus interesses, matando inocentes, destruindo infraestruturas, desfazendo sonhos e esmagando os interesses do Povo e dos trabalhadores desse Estado – é o que, concretamente, está a suceder na Ucrânia;

3.    Que, como ação imperialista que é, a invasão da Ucrânia tem que ser combatida, em nome da Paz e da sua Independência e Liberdade - cujo Povo luta para as alcançar;

4.    Que a posição de princípios dos sindicatos subscritores sobre esta matéria é clara: todas as ações imperialistas, independentemente do Estado que as realize, são condenáveis e combatidas sem tibiezas e a solidariedade com o Estado e o Povo agredido assumida com clareza – este é o fundamento político desta posição sindical;

5.    Que esta posição se sustenta no próprio princípio inscrito na Carta das Nações Unidas, de integridade territorial de Estados Independentes e Soberanos e que os conflitos entre Estados são dirimidos no âmbito diplomático e sob a égide das Nações Unidas;

6.    Que nenhuma organização, em particular, as sindicais, pode omitir este princípio basilar das relações internacionais entre Estados. Qualquer organização que não condene esta ação militar da Rússia, branqueia, desculpabiliza e dá cobertura a uma acção impossível de aceitar - a invasão de um Estado Independente e Soberano por outro Estado;

7.    Que, politicamente, um conjunto de situações conhecidas na Ucrânia ferem os princípios da Liberdade e da Democracia e que devem ser consideradas atentamente mas que jamais podem ser utilizadas como justificativas ou desculpabilizadoras da agressão militar da Rússia à Ucrânia – porém, estas situações têm que ser solucionadas devidamente para que se efetive o Estado de Direito e os Direitos Humanos e se garanta todos os interesses de todas as partes em presença e se caminhe efectivamente no sentido da PAZ;

8.    Que é necessária PAZ na Ucrânia e que a PAZ é possível – por razões humanitárias, devem ser desenvolvidos todos os esforços para acabar com a morte de inocentes; para que existam condições dignas de vida e de trabalho para o Povo e os trabalhadores; para que se comece imediatamente a reconstrução das infraestruturas da Ucrânia, destruídas pela invasão russa; pelo necessário respeito do direito internacional;

9.    Que é necessária PAZ na Ucrânia, que é possível, desde que se convoque as Nações Unidas para que, sob a sua égide e no respeito pelo direito internacional, se encontrem os mecanismos e as soluções que respeitem e integrem os interesses de todas as partes, em especial, do Povo e dos trabalhadores ucranianos – sendo este um dos principais objetivos dos sindicatos subscritores!

Acresce ainda que a guerra tem, entre outras, duas consequências de importância estrutural a nível mundial: o previsível agravamento da crise climática e o aumento dos orçamentos militares.

As profundas e necessárias medidas a nível mundial no combate à descarbonização (entre outras, no estilo de vida, do consumo, da energia e da produção industrial) vão sofrer um significativo atraso ou serão mesmo anuladas. O já aprovado aumento desmesurado dos orçamentos militares, vai aumentar os deficits orçamentais. Este facto terá efeito directo não somente no referido atraso ou na anulação das medidas de descarbonização como, muito possivelmente, na redução do financiamento do Estado Social.

Estas são grandes questões societais que tocam directamente com os interesses da Classe Trabalhadora a nível mundial e a que esta jamais se pode alhear!!!

Por fim, os sindicatos subscritores desta Declaração politico-sindical afirmam que ela é coerente com todas as posições que já foram tomados pelo movimento sindical europeu e internacional, a OIT e muitas outras organizações internacionais.

Assim, os oito sindicatos subscritores acompanham as inúmeras manifestações de solidariedade tomadas, seja na Europa, com destaque para a CES, Confederação Europeia de Sindicatos, seja a nível mundial, através da CSI, Confederação Sindical Internacional, integrando-os na grande corrente mundial de Solidariedade Sindical Internacional para com o Povo e os trabalhadores ucranianos contra a invasão russa e na procura de soluções para a PAZ.

Esta Declaração politico-sindical segue também em linha com todo o passado de mais de cinquenta anos de luta da CGTP-IN pela Paz e de Solidariedade com os trabalhadores de todo o Mundo.

Lisboa, 08-07-2022

Os sindicatos subscritores:

·         Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

·   Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

·        Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Minho (CESMINHO)

·       Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Alta

·       Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

·       Sindicato Livre dos Pescadores e Profissões Afins

·      Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comércio do Calçado, Malas e Afins

·   Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de Diagnóstico e Terapêutica (STSS)

25 fevereiro 2022

Contra a guerra, pela Paz, contra a invasão da Ucrânia

 A Ucrânia foi invadida pela Rússia:

É inacreditável e inaceitável – exige-se a retirada da Rússia !!!

Solidariedade total com os trabalhadores e o povo ucraniano!

Contra a guerra, pela Paz!

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, perante a invasão da Ucrânia pela Rússia, uma acção imperialista inaceitável, afirma que se impõe a exigência da retirada das tropas russas da Ucrânia!

A Corrente associa-se ao movimento sindical europeu e internacional na expressão da sua total Solidariedade quanto à situação que se vive na Ucrânia, com consequências terríveis para o povo, que quer trabalhar e viver em Paz.

A Corrente defende que a actual situação se deve resolver no quadro das Nações Unidas (ONU), recorrendo ao multilateralismo como forma de resolver o conflito que existe entre a Rússia e a Ucrânia.

Tal como referiu o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, a decisão da Presidência russa de reconhecer as duas regiões separatistas é inconsistente com a Carta da ONU e uma violação da integridade territorial.

A Corrente recorda que António Guterres pediu ainda uma solução pacífica do conflito no leste da Ucrânia, de acordo com os Acordos de Minsk, conforme endossado pelo Conselho de Segurança da ONU na resolução 2202 adoptada em 2015, posição esta que apoia totalmente.

A Corrente considera que o facto de a Rússia ter invadido a Ucrânia viola flagrantemente a Carta da ONU e é uma violação da integridade territorial da Ucrânia que agudiza todo o conflito. Por esta razão, esta acção inaceitável da Rússia deve ser condenada frontalmente.

O Mundo não pode aceitar uma acção agressiva e militarista desta natureza por parte da Rússia (ou de qualquer outro Estado) contra um Estado Independente, neste caso, a Ucrânia, pois a Carta da Nações Unidas é o quadro normativo no qual se devem resolver os conflitos entre Estados.

Assim, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, apela ao diálogo entre todas as partes, sob os auspícios do Secretário-Geral da ONU, António Guterres, mas considera que se  impõe que a Rússia imediatamente  recue da sua ofensiva militar contra um Estado Soberano para que este diálogo seja consequente e produtivo!

Nesta hora dramática, a Corrente transmite a sua total solidariedade aos trabalhadores ucranianos e às suas organizações sindicais, bem como aos imigrantes ucranianos que vivem e trabalham em Portugal.

CONTRA A GUERRA, PELA PAZ - EXIGE-SE A RETIRADA DA RÚSSIA!

O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN

Lisboa, 25 de Fevereiro de 2022

09 fevereiro 2022

Posição da Corrente sobre resultados eleitorais das legislativas e posicionamento da CGTP-IN

 A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN saúda o PS e António Costa pela vitória:

MAIORIA ABSOLUTA, ENORME CONFIANÇA E FORTE RESPONSABILIDADE!

O Secretariado Nacional da Corrente Sindical Socialista (CSS) da CGTP-IN, reunido no sábado, 5 de Fevereiro de 2022, para analisar o resultado das eleições de 30 de Janeiro e perspectivar o futuro, deliberou por unanimidade:

SAUDAR EFUSIVAMENTE

O Partido Socialista e o camarada António Costa pelo resultado das eleições!

Esta vitória é ainda mais expressiva porque o PS dirigido por António Costa, durante a campanha eleitoral, foi alvo de fortíssimos ataques provenientes quer das Direitas quer dos outros partidos das Esquerdas contra o resultado dos seis anos de governação da popularmente designada “geringonça”.

O PS (e António Costa) venceu as eleições contra o ambiente que se viveu no período eleitoral, especialmente nas vésperas das eleições, durante o qual assistimos a uma campanha acutilante das Direitas, que tentaram criar uma onda de vitória nas últimas 72 horas, utilizando alguma comunicação social, várias sondagens de muito duvidosa credibilidade e um aproveitamento extraordinário das redes sociais.

A CSS da CGTP-IN considera que o voto depositado por tão grande número de portugueses e portuguesas expressa inequivocamente a

ENORME CONFIANÇA DOS PORTUGUESES NO PS E EM ANTÓNIO COSTA.

Após seis anos de governação do PS, realizada no quadro da “geringonça”, o povo mobilizou-se, levando à redução da abstenção, e mais de dois milhões e duzentos mil portugueses atribuíram-lhe a vitória eleitoral por maioria absoluta – porquê?

Porque confiaram no resultado concreto de seis anos de governação dirigida por António Costa!

Os portugueses tiveram bem viva na memória a acção do governo PS e do primeiro-ministro António Costa:

  • No combate sanitário à pandemia – fazendo de Portugal um dos países mais avançados a nível mundial neste importante domínio;
  • Na reposição de direitos, salários e pensões que a Direita tinha retirado durante o governo de Passos Coelho/Paulo Portasentre muitos outros, desde o aumento do SMN em 40% nos últimos seis anos até à reposição dos quatro feriados, passando pela eliminação da sobretaxa suplementar do IRS;
  • Na aprovação de várias e importantes medidas sociais – a decisão sobre o valor máximo do passe social de 40 euros, o aumento extraordinário das pensões, os apoios sociais aquando do confinamento contra a COVID-19, entre muitas outras;
  • No apoio a importantes empresas públicas como é o caso da ferrovia e da TAP;
  • No reconhecimento do prestígio de Portugal e dos portugueses a nível internacional – como a presidência da EU no primeiro semestre de 2021 demonstrou e a eleição de António Guterres como secretário-geral da ONU provou!

A confiança dos portugueses no PS demonstrou-se também perante a necessidade de combater as Direitas – a maioria dos portugueses escolheram e votaram Partido Socialista e António Costa!

Perante o ziguezague do PSD, o trauliteirismo do CHEGA e as medidas ultraliberais propostas pela IL, os portugueses votaram PS, expressando que este é o partido em que confiam e que é em António Costa que acreditam para dirigir o combate às Direitas.

Finalmente, perante o resultado das políticas da “geringonça” e dos riscos de uma vitória das Direitas, os portugueses votaram Partido Socialista e não num dos restantes três partidos desta convergência política (PCP, PEV e BE) – porquê?

Porque recusaram validar, com o seu voto, o incompreensível chumbo do Orçamento na generalidade, em Outubro passado!

Os portugueses, com o seu voto, expressaram que incorporaram positivamente os resultados da governação da “geringonça” (ao contrário dos restantes partidos das Esquerdas, que os desvalorizaram arrogantemente) e que confiam no PS (e em António Costa) para prosseguir essas políticas e efectuar o combate às Direitas!

A CSS da CGTP-IN, perante o novo quadro político que se abre com esta vitória, considera que

O PS ASSUME UMA ENORME RESPONSABILIDADE COM A MAIORIA ABSOLUTA!

O Povo em geral e os trabalhadores e as outras classes populares em particular, com a maioria absoluta, entregaram ao Partido Socialista e a António Costa uma enorme responsabilidade!

As declarações do secretário-geral do PS na própria noite das eleições demonstram que interpretou o novo quadro político – afirmou que iria manter as portas abertas ao diálogo e compatibilizar os portugueses com as maiorias absolutas (que tão más memórias deixaram na memória colectiva). Estas declarações são, por si mesmo, um programa político!

Os trabalhadores, os militantes, os delegados e os dirigentes sindicais, socialistas e independentes, que votaram PS no dia 30 confiam que o próximo governo PS dirigido por António Costa considere devidamente:

  • Os graves problemas sociais e laborais que não puderam ser resolvidos nas anteriores duas legislaturas o sejam nesta, em especial a recuperação das consequências da pandemia e, em particular, os vários serviços que compõem o Estado Social – e só o governo do Partido Socialista o pode fazer;
  • Que a dignidade do trabalho implica o respeito e a evolução dos direitos laborais, salários elevados, diálogo social a todos os níveis, desde as empresas até à Concertação Social, negociação e contratação colectiva, livre exercício da actividade sindical nas empresas e serviços, privados e públicos, acção inspectiva eficaz, justiça de trabalho célere e acessível – e confiam que o governo do Partido Socialista o realizará;
  • A efectivação de políticas públicas de crescimento económico e de progresso social, tanto para o sector público como para o sector privado, que respondam aos riscos da época em que vivemos (transição digital e climática e desafio demográfico) e que concretizem uma justa repartição da riqueza – e apenas o governo do Partido Socialista garante que tal sucederá;
  • A continuação do combate para solucionar as graves assimetrias sociais e regionais que persistem na sociedade portuguesa – e somente o governo do Partido Socialista pode concretizar essas políticas públicas.

De uma forma muito genérica, a CSS da CGTP-IN considera que estas são as principais preocupações do povo que deu a sua confiança ao Partido Socialista no dia 30!

As esperanças que o povo depositou no PS, como que um “caderno de encargos” que os mais de dois milhões e duzentos mil portugueses atribuíram ao PS, são de monta – mas António Costa (e a sua reconhecida inteligência, vontade, experiência e competência) e o Partido Socialista (e a sua capacidade de organização e mobilização) dão garantias de que irão estar ao nível das circunstâncias!

 Finalmente, a CSS da CGTP-IN analisou também

A POSIÇÃO DA CGTP-IN NESTE NOVO QUADRO POLÍTICO.

A Corrente constatou que o resultado eleitoral demonstrou que o posicionamento sindical da CGTP-IN anterior às eleições foi errado e, consequentemente, justificou plenamente a posteriori a oposição frontal que então tomou.

Recordamos que a CGTP-IN, nas vésperas das eleições, por decisão da maioria dos seus dirigentes, membros da Corrente Sindical do PCP, tomou uma posição político-sindical que induzia a uma votação contra o Partido Socialista e inspirava uma votação na CDU – esta foi mais uma posição sectária e radical tomada pela CGTP-IN!

A CSS da CGTP-IN, por seu lado, afirmou nessa altura que a CGTP-IN deveria erguer político-sindicalmente a bandeira dos benefícios da “geringonça”, combater a abstenção, apelar à votação nos partidos das Esquerdas, alertar para o perigo e a necessidade de derrotar as Direitas e jamais, implícita ou explicitamente, indiciar o voto num partido, neste caso, na CDU – porém, esta posição da Corrente foi derrotada!

O resultado das eleições demonstrou que, político-sindicalmente, a CGTP-IN também perdeu na noite das eleições.

Numa perspectiva estratégica, a Corrente considera que os resultados eleitorais reforçam a justeza das críticas que tem vindo a fazer à actual estratégia sectária e radical da CGTP-IN.

Os trabalhadores e as classes populares necessitam de uma CGTP-IN activa e interveniente para defenderem os seus interesses. Na generalidade, os partidos das Esquerdas também necessitam de uma CGTP-IN forte e implantada na classe trabalhadora. Mas a CGTP-IN tem de intervir e agir em nome e ao serviço dos interesses da classe trabalhadora e dos seus aliados naturais, todos os partidos das Esquerdas, e no sentido de políticas progressistas, como as realizadas pelo governo PS sustentado pela “geringonça” e não, mesmo de forma induzida, em nome e ao serviço de um dos seus partidos, no caso, o PCP!

A evolução da situação económica e social dos próximos quatro anos em Portugal possibilitará certamente que se continue a melhorar as condições de vida e de trabalho – se não surgirem problemas ou situações inesperadas gravíssimas, como foi o caso da COVID-19 em 2020.

Os trabalhadores e as classes populares e, na generalidade, as Esquerdas, necessitam de uma CGTP-IN:

  • Cada vez mais democrática, defendendo o regime democrático, logo, com mais participação dos trabalhadores e trabalhadoras e dos sindicalistas, dos locais de trabalho à própria confederação, mobilizando e organizando a classe trabalhadora, interagindo com a sociedade e não fechada sobre si mesmo e com graves problemas de funcionamento interno democrático;
  • Mais reivindicativa, seja no sector privado seja no sector público, logo, com capacidade de propor, negociar, lutar (quando necessário) e acordar (se existirem ganhos de causa para os trabalhadores) – é necessário continuar a melhorar as condições de vida e de trabalho existentes em Portugal, mas não fomentando o conflito sem sustentação sindical;
  • Autónoma, logo, recusando ser corrente de transmissão de qualquer partido político, no caso, o PCP, e com vontade e capacidade política e cultural de definição de estratégias sindicais próprias, especialmente na acção reivindicativa, na negociação e contratação colectivas e na Concertação Social, que sirvam os interesses da classe trabalhadora, construindo alianças sociais, convergências políticas e plataformas sindicais para que, articuladamente, se alcancem objectivos exequíveis.

A Corrente considera que a CGTP-IN, com esta estratégia de acção sindical, servirá os legítimos interesses da classe trabalhadora e aumentará o seu prestígio, implantação e influência – o contrário se passará se continuar a realizar a estratégia que tem sido seguida nos últimos anos!

É neste combate que os sindicalistas socialistas e independentes vão continuar empenhados – por um sindicalismo democrático, reivindicativo e autónomo, contra o sectarismo e o radicalismo!

28 janeiro 2022

Fernando Gomes apela ao voto no Partido Socialista

O Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, Fernando Gomes, é membro do Secretariado e Comissão Executiva do CN da CGTP-IN, da Direcção do Sindicato de Hotelaria do Sul e Coordenador da Comissão Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas.

ARRUADA EM LISBOA DE APOIO AO PS

Hoje, muitas dezenas de sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN estão a participar em todo o país, Açores e Madeira, nas últimas acções de campanha apoiando o Partido Socialista.

Em Lisboa, para além do Secretário-Geral da Corrente, Fernando Gomes, participaram ainda Carlos Trindade (Presidente da Mesa do Congresso), Eduardo Chagas, Vivalda Silva, Francisco Dinis e Carlos Sequeira.

Fernando Gomes apela ao voto no Partido Socialista

O Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, Fernando Gomes, é membro do Secretariado e Comissão Executiva do CN da CGTP-IN, da Direção do Sindicato de Hotelaria do Sul e Coordenador da Comissão Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas.

27 janeiro 2022

Votem no Partido Socialista, diz Pedro Martins dos Açores

Pedro Martins é Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN e da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD), responsável deste Sindicato nos Açores.

Comício do Partido Socialista com António Costa

 Hoje, 21 horas, comício no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa. Vamos todos e todas apoiar o Partido Socialista e António Costa.

Hugo Wever, Professor de Lisboa, apela ao voto no PS

Hugo Wever, é Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN, do Conselho Nacional da FENPROF e da Comissão Executiva do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL).

Ludovina Sousa, da administração local, vota no Partido Socialista

Ludovina Sousa é Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN, da Comissão Executiva da Direcção nacional do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) e Coordenadora da Direcção Regional STAL Viana do Castelo.

Carlos Trindade apela ao voto no Partido Socialista

Carlos Trindade é o Presidente da Mesa do Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, ex-Secretário-Geral e Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

26 janeiro 2022

João Maneta, Évora, apela ao voto no PS

João Maneta é membro do Conselho Nacional da CGTP-IN e do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT). Vive em Évora e deixa-nos uma mensage de apoio ao Partido Socialista.

Armindo Carvalho, Coimbra, manifesta apoio a António Costa

Armindo Carvalho, Coimbra, é do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD) e manifesta apoio a António Costa e ao PS.

Vivalda Silva manifesta apoio ao Partido Socialista

Vivalda Silva, Lisboa, é independente, mas manifesta neste testemunho o seu apoio ao Partido Socialista nestas eleições legislativas de 2022.
Vivalda Silva é Membro da Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN e Coordenadora da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD).