26 outubro 2019

Porfírio Silva, Secretariado Nacional do PS, na sessão abertura do XVI Congresso da CSS da CGTP-IN

Porfírio Silva, do Secretariado Nacional do PS e Vice-Presidente do Grupo Parlamentar, a intervir na sessão abertura do XVI Congresso da CSS da CGTP-IN realizado a 26 e 27 de Outubro de 2019 no INATEL da Foz do Arelho.

Carlos Trindade na sessão de abertura do Congresso da CSS da CGTP-IN

Intervenção de Carlos Trindade na sessão de abertura do XVI Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN realizado a 26 e 27 de Outubro de 2019 no INATEL da Foz do Arelho.

Reinhard Naumann no Congresso da CSS da CGTP-IN

Intervenção de Reinhard Naumann, Director da Fundação Friedrich Ebert, na sessão de abertura do XVI Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

25 outubro 2019

XVI Congresso com delegados/as que vão do Algarve a Viana do Castelo e dos Açores e Madeira

O Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN saúda, através de Fernando Gomes, os trabalhadores e trabalhadoras que vivem e trabalham em Portugal. Ainda segundo o mesmo dirigente, participam no Congresso, delegados/as oriundos desde o Algarve a Viana do Castelo e dos Açores e Madeira.

O dirigente Eduardo Chagas fala-nos da vertente internacional do Congresso

Eduardo Chagas deu a conhecer que participarão nos debates do XVI Congresso, Georgios Dassis, do Comité Económico Social Europeu, Rudy de Leeuw, também do mesmo comité e Jesus Gallego da UGT de Espanha.

Vivalda Silva, Coordenadora do STAD, marca presença no Congresso da CSS da CGTP-IN

Uma marca fundamental da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN é a de integrar Sindicalistas sem filiação partidária. É o caso de Vivalda Silva, Coordenadora do STAD e de muitos outros dirigentes da portaria e vigilância e das limpezas industriais.

Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP faz a antevisão do XVI Congresso

Carlos Trindade, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP, faz a antevisão do XVI Congresso. Em discussão, o próximo Congresso da CGTP-IN e os desafios que se colocam ao governo do PS que amanhã, sábado, tomará posse.

18 outubro 2019

XVI Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP no INATEL da Foz do Arelho

A Corrente Sindical Socialista da CGTP vai organizar nos dias 26 e 27 de Outubro de 2019 o seu XVI Congresso no INATEL da Foz do Arelho.

Um Congresso subordinado ao tema:

CONTINUAR A DESENVOLVER SOCIALMENTE PORTUGAL, NUMA EUROPA PROGRESSISTA - POR UM MUNDO EM PAZ

Na CGTP-IN, reforçar o combate ao sectarismo - por um sindicalismo democrático, autónomo e reivindicativo

Um Congresso de especial importância pois antecede o da CGTP-IN a realizar em Fevereiro de 2020.

O Congresso é para todos os membros da Corrente, simpatizantes e militantes, e as inscrições decorrem até 21 de Outubro.

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN é a organização que agrupa delegados, dirigentes e activistas sindicais socialistas e independentes que desenvolvem a sua actividade no âmbito dos Sindicatos, Uniões e Federações da CGTP-IN e nos órgãos centrais da Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional.
Autor: José Neves


03 outubro 2019

Sindicalistas Socialistas e Independentes da CGTP-IN lançam manifesto de apoio ao Partido Socialista


MANIFESTO DE APOIO
DE SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN AO PARTIDO SOCIALISTA NAS ELEIÇÕES DE 6 DE OUTUBRO DE 2019

Para bem dos trabalhadores, é necessário que Portugal continue a desenvolver-se:
em 6 de Outubro vamos tod@s votar PS

O Governo PS vai ser avaliado nas próximas eleições pelos portugueses e portuguesas - o verídico final vai ser dado pelo Povo, democraticamente, em de 6.Outubro.

O Governo PS, sustentado na Assembleia da Republica pelo PCP, o Bloco de Esquerda e o PEV, parou e superou a política de austeridade que o PSD e o CDS implementaram em Portugal durante cinco anos e que provocou uma crise económica, um elevado desemprego, uma grande pobreza e, em geral, uma profunda regressão económica e depressão social.

O Governo PS realizou políticas publicas de que resultaram a recuperação de direitos sociais e laborais retirados pelo governo do PSD/CDS (como foi o caso, entre muitos outros, dos quatro feriados), a evolução dos rendimentos (particularmente do Salário Mínimo Nacional e de outros salários e de pensões) e a criação de novos direitos sociais (muito em especial o novo sistema de passes sociais).

O mais relevante é que estas políticas progressistas acompanharam em linha o crescimento económico, o aumento do PIB, a redução do desemprego e de recuperação face á União Europeia, contrariando em absoluto o fatalismo da Direita.

O Primeiro-ministro António Costa, ultrapassou a desesperança dos trabalhadores e reformados, provocadas pelo desemprego, a exclusão e as desigualdades criadas pelo Governo da Direita.

Com a sua acção politica, António Costa e o Governo do Partido Socialista contribuíram decisivamente para o ambiente global de Bem-estar que vivemos em Portugal, o que é ainda mais significativo perante o surgimento da extrema-direita populista na Europa e no Mundo.
O Governo PS e o Primeiro-ministro António Costa, com as politicas progressistas que realizaram em Portugal, demonstraram que existe um outro caminho possível e totalmente contrário ao realizado pela Direita, de generalização do empobrecimento económico e de um profundo retrocesso social.

Mas, se o Governo PS demonstrou que este é “o caminho” que é necessário trilhar, a verdade é que ainda falta muito “caminho para caminhar” – necessitamos de continuar no futuro o que o presente tem de positivo!

Os trabalhadores e as trabalhadoras:
  • Compreendem que os perigos e obstáculos políticos, de carácter conservador, neoliberal e populista continuam a existir a nível nacional, europeu e internacional, sendo necessário consolidar o que já foi realizado – e unicamente o Partido Socialista assegura esta consolidação;
  • Necessitam que os problemas sociais e laborais que ainda não puderam ser resolvidos nesta legislatura o sejam na próxima – e só um Governo do Partido Socialista o pode fazer;
  • Ambicionam que, em Portugal, se continue a efectivar políticas de crescimento económico e de progresso social - e apenas um Governo do Partido Socialista garante que tal sucederá;
  • Desejam que as graves assimetrias sociais que persistem na Sociedade portuguesa sejam solucionadas – e somente um governo do Partido Socialista o pode realizar;
  • Entendem que a União Europeia necessita urgentemente de um novo e forte impulso progressista, que afaste as políticas conservadoras e neoliberais predominantes nos últimos anos e combata decisivamente a extrema-direita populista – e apenas o Partido Socialista assegura a concretização deste objectivo;
  • Sabem que somente um político sério, inteligente, corajoso e progressista tem condições para enfrentar, com êxito, os enormes desafios que se colocam actualmente a Portugal e aos portugueses – e António Costa, Secretário-geral do PS e Primeiro-Ministro, já demonstrou ter estas características pessoais!
É por estas razões que sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN
MANIFESTAM TODO O SEU APOIO AO PARTIDO SOCIALISTAS NAS ELEIÇÕES DE 6 DE OUTUBRO e, certos de interpretar os sentimentos da larga maioria dos trabalhadores afirmam convictamente que,
EM 6 DE OUTUBRO, VAMOS TOD@S VOTAR
Partido Socialista,
PARA BEM DOS TRABALHADORES!

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

23 setembro 2019

Um olho nos mercados e outro no povo, por Paulo Pedroso

Aqui deixamos um artigo de opinião de Paulo Pedroso emitido na TSF em 23 de Setembro de 2019.


©DR
Um olho nos mercados e outro no povo

Como tudo o que corre bem, não falta à solução de governo que tivemos nos últimos quatro anos quem reivindique os seus méritos. E não vão faltar definições contrastantes de que méritos são afinal esses.

O PS reivindica a descida do desemprego, o papel da prudência, do rigor orçamental e a credibilidade internacional do nosso caminho alternativo à teoria da austeridade expansionista, a subida do rendimento disponível das famílias e que cumpriu o que prometeu, quer no seu programa original, quer nos acordos com os partidos de esquerda.

O BE chama a si os termos em que se fez o aumento do salário mínimo e a sua capacidade de desfazer acordos e concessões que o governo tinha feito aos patrões na concertação social.

O PCP foca-se nos aumentos extraordinários das pensões, na redução dos horários de trabalho da função pública e na reposição de níveis salariais. E até o PAN vem dizer que se juntou ao comboio da mudança desde muito cedo na legislatura. Todos têm uma parte de razão. Mas nenhum mostra a chave para o sucesso do governo, que esteve em que o conjunto das forças que influenciaram as soluções encontradas ao longo da legislatura produziu um equilíbrio que não existiria de outra forma.

O programa económico do PS em 2015 era muito mais contido no que podia ser feito em benefício das pessoas do que aquilo acabou por se materializar desde primeiro Orçamento do Estado da legislatura, o que tão mal foi recebido em Bruxelas, e em relação ao qual a direita cometeu o erro fatal de desdenhar.

Os progressos sociais aconteceram nas áreas onde havia agendas dos parceiros que se impuseram pela interdependência gerada pela "geringonça". Uma parte substancial dessa agenda veio do próprio PS e, dentro do governo, da tensão entre os ministros de linha e o Ministério das Finanças, indo além do seu próprio programa. Mas outra veio de fora. Mais, a que veio de fora ajudou muito a criar espaço para a que vinha de dentro, e aconteceram coisas que pareciam inimagináveis. A direita acha que foi só sorte e boleia da conjuntura, mas foi uma sorte que deu muito trabalho e a deixou sem discurso nem estratégia. São conhecidos e reivindicados por todos à esquerda os sucessos, não os repito agora. Olhando em retrospetiva, conseguem vislumbrar-se também alguns perdedores desse encontro de agendas.

Em primeiro lugar, os direitos coletivos dos trabalhadores, em que o governo abdicou de iniciativa exceto em aspetos pontuais e entregou à concertação social (que funciona em modo bloco central) a responsabilidade de, por inércia, transformar uma boa parte das normas de exceção do tempo de crise e do governo de direita em novo normal. Neste capítulo, o desejo de estabilidade do PS, a falta de relevância sindical do BE e a prioridade dada aos rendimentos dos trabalhadores sobre os seus direitos coletivos pelo PCP, que manietou a CGTP, permitiram que a legislatura terminasse muito à direita do que se poderia ter esperado.

Em segundo lugar, os serviços públicos em geral e a saúde em particular. Apesar de, como indicou uma das sondagens do ICS-ISCTE, os portugueses os quererem tanto que embora tão avessos a impostos se disseram disponíveis a pagar mais para os melhorar, essa vontade não influenciou nem o governo cessante nem os programas eleitorais, todos antes preferindo prometer baixas de impostos ou melhorias de serviços sem assumir que eles têm custos que implicam contrapartidas em receita. Às vezes, os números mostram o que a retórica consegue esconder. A estatística diz que, por exemplo na saúde, em 2007 gastávamos 7% do PIB, 6,5% em 2012, e, em 2017, apenas 6%. Do mesmo modo na educação, descemos de 6,2% em 2007 para 5,8% em 2012 e 5% em 2017 ( dados do Eurostat ). Não acompanhámos em crescimento da despesa sequer o crescimento do PIB, apesar de serem nas palavras apostas estratégicas de todos, da direita à esquerda.

Mas o ponto essencial do sucesso da legislatura anterior foi a capacidade de governar com um olho nos mercados e outro no povo. Uma capacidade que a generalidade dos governos europeus não teve, ajudando a crescer o populismo. Só o PS poderia protagonizar um governo assim, porque o PSD escolheria sempre os mercados financeiros e o conservadorismo fiscal. Mas para protagonizar sozinho um governo com esse equilíbrio, o PS teria que dar aos eleitores a garantia de que o conseguiria só com os seus equilíbrios internos. O que poderia ter feito, mas não fez, com um programa eleitoral quantificado e socialmente ambicioso, sem pôr em causa a credibilidade adquirida. Não o fazendo, arrisca-se a gerar uma situação paradoxal para os seus interesses, de protagonizar o bloco de poder mais à esquerda de sempre, e acabar, nesse bloco, com o estatuto de partido à direita do seu próprio eleitorado.

No início da campanha eleitoral, PCP e BE tentam convencer o povo de esquerda que sem eles o olho esquerdo do PS se fecha.

Para conseguir maioria absoluta o PS tem que, ou confiar que a espiral de descida do PSD lhe resolve o problema, deixando-lhe todos os tabuleiros em aberto ou escolher se quer dar garantias à direita ou à esquerda, para conter uma ou a outra. Até agora tem procurado evitar esse debate, prometendo apenas mais e melhor do mesmo.

A surpresa dos últimos dias da pré-campanha eleitoral foi a retoma da capacidade de circunscrever danos por parte de Rui Rio. Se continuar assim, o resultado do PSD será mau, mas não o surpreendente desastre anunciado, e o PS ou mostra que consegue governar sozinho com um olho nos mercados e outro no povo ou acabará por dar razão àqueles que dizem que dar-lhe demasiada força é construir um poder com uma perna esquerda demasiado fraca e perder nessa passada a última hipótese de ter uma maioria absoluta.

19 setembro 2019

DEBATE SOBRE AS RELAÇÕES DE TRABALHO EM PORTUGAL

O Partido Socialista, Federação de Setúbal, organiza dia 20 de Setembro, pelas 18 horas, no Auditório do Mercado do Livramento (Setúbal) um debate sobre as relações de trabalho em Portugal.
Carlos Trindade, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN é um dos oradores.
Tendo em conta a importância do tema apelamos à participação de todos e todas neste debate.

20 maio 2019

Sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN apoiam o Partido Socialista nas eleições europeias



NAS ELEIÇÕES EUROPEIAS DE 26 DE MAIO:

OS SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN EXORTAM OS TRABALHADORES A VOTAR NO PS, PARA CONTINUARMOS A MELHORAR A NOSSA VIDA!

No próximo dia 26 de Maio, vão-se realizar eleições para o Parlamento Europeu.

Estas eleições têm uma grande relevância porque o projecto europeu se encontra actualmente sob sérios riscos.

O grande e principal risco é que cerca de 23% da população, aproximadamente 125 milhões de cidadãos europeus dos vinte e oito estados-membros, é pobre ou está em risco de pobreza. A pobreza, as desigualdades e a exclusão social, derivadas de uma distribuição da riqueza cada vez mais desequilibrada, em benefício do capital, são um facto demonstrado em todas as estatísticas e estudos realizados.

A actual situação foi causada pelas políticas neoliberais e de austeridade que, nos últimos anos, têm sido implementadas na Europa, principalmente por partidos da Direita, como o PSD e o CDS em Portugal.

A consequência é que a injustiça social é um facto incontornável e a sua percepção é generalizada na realidade europeia.

É desta situação social objectiva que, em muitos estados-membros, crescem ou nascem movimentos protofascistas ou neofascistas, denominados erradamente populistas. Este é o segundo risco que existe hoje na União Europeia – com as suas mensagens primárias, de carácter racista, xenófobo, proteccionista e nacionalista, utilizando as novas tecnologias de comunicação, estes movimentos têm capitalizado as angústias e o mal-estar de uma parte relevante das populações europeias.
Este risco existe porque, nesses países, as políticas (económicas, financeiras, sociais, ambientais e regionais) progressistas, de prosperidade repartida e de inclusão deixaram de ser realizadas e foram substituídas por políticas neoliberais e de austeridade.

Nos países em que a governação foi progressista, mesmo limitada e com contradições, tendencialmente, os movimentos protofascistas ou neofascistas têm pouca ou nenhuma expressão popular!

Portugal, desde 2015, é o melhor exemplo desta constatação.

Com o Governo PS, devidamente sustentado na Assembleia da República pelos outros partidos da Esquerda, foi parada e superada a política de austeridade que o PSD e o CDS implementaram em Portugal durante cerca de cinco anos e que provocou desemprego, pobreza e retrocesso social.

As actuais políticas do Governo PS produziram o crescimento dos rendimentos (salários e pensões) e a recuperação de direitos sociais, a criação de novos direitos sociais, a descida do desemprego e o crescimento do PIB. Se ainda falta muito “caminho para caminhar”, a verdade é que este é “o caminho” que é necessário continuar a trilhar!

O Governo PS e o primeiro-ministro António Costa provaram, em Portugal, que existe um outro caminho para a Europa que não o da austeridade, da pobreza, da exclusão e das desigualdades!
Nas próximas eleições europeias, VOTAR PS é:
  • Validar a estratégia política e as políticas públicas progressistas que têm sido realizadas em Portugal pelo Governo PS;
  • Consolidar o caminho que tem sido trilhado e projectá-lo para o futuro – para o reforçar e, naturalmente, realizar o que, até agora, ainda não foi possível solucionar;
  • Afirmar que, no mundo global em que vivemos e para enfrentar e vencer os profundos desafios que coloca, o projecto europeu continua válido e cada vez é mais necessário – mas tem de ser sustentado na prosperidade para todos, na justiça social, na democracia, num novo contrato social e no respeito pela igualdade entre os estados-membros, marcas europeias distintivas e indeléveis, conforme a História demonstra até à saciedade;
  • Atribuir força política ao PS para que defenda, na União Europeia, esta estratégia – as políticas europeias têm de a assumir, abandonando as actuais políticas neoliberais e de austeridade.
  • Garantir que é com esta estratégia, que mobiliza a cidadania porque é a única que produz crescimento económico, distribuição da riqueza, progresso social, coesão regional e sustentabilidade ambiental, que se reerguerá de novo o sentimento pró-europeu e se combaterão e vencerão as forças protofascistas ou neofascistas que ensombram a nossa sociedade democrática.
É neste quadro, complexo mas altamente motivante para os/as sindicalistas, representando todos os sectores e profissões e todos os homens e mulheres, enquanto cidadãos interventivos, democratas, progressistas e de Esquerda, que
OS SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN
EXORTAM OS TRABALHADORES A VOTAR NO PS
PARA CONTINUARMOS A MELHORAR A NOSSA VIDA!

Não temos dúvidas: o PS demonstrou qual é a melhor estratégia e quais são as políticas públicas mais adequadas para o actual momento político que vivemos – para as prosseguir e aprofundar em Portugal e ultrapassar as actuais e profundas dificuldades da construção europeia, é fundamental que a União Europeia mude de caminho!

DIA 26 MAIO, VAMOS TOD@S VOTAR NA LISTA PS,
ENCABEÇADA POR PEDRO MARQUES,
PARA CONTINUARMOS O COMBATE PARA MELHORARMOS A NOSSA VIDA,
NA EUROPA E POR PORTUGAL!

Lisboa, 20 de Maio de 2019

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

01 maio 2019

Intervenção Fernando Gomes no jantar de sindicalistas com Pedro Marques

Intervenção Fernando Gomes, em nome da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, no jantar de sindicalistas socialistas e independentes com Pedro Marques, cabeça de lista do Partido Socialista às eleições europeias de 26 Maio, na Sala dos Despachantes da Alfândega do Porto que se realizou a 30 de Abril de 2019.


25 abril 2019

JANTAR DE SINDICALISTAS COM PEDRO MARQUES

A Tendência Sindical do Partido Socialista, que integra a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, no âmbito das eleições europeias, promove um jantar de apoio ao Partido Socialista e à lista encabeçada por Pedro Marques.

Este jantar, comemora também o 1.º Maio, dia do trabalhador, e está aberto a sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN que participam na actividade da CSS da CGTP-IN.

O Jantar realiza-se dia 30 de Abril, pelas 20 horas, na Sala dos Despachantes da Alfândega do Porto.

O Jantar tem um custo de 10 €, Para esclarecimentos e inscrições poderão usar o e-mail da CSS da CGTP-IN: (correntesindicalsocialista.cgtp@gmail.com)

10 abril 2019

Os princípios... (2)

À CGTP, como confederação sindical, cabe lutar pelos direitos e interesses dos trabalhadores, não cabe apelar ao voto em partidos políticos.