07 junho 2024

Apoio da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN ao Partido Socialista e a Marta Temido

SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN APOIAM O PARTIDO SOCIALISTA NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU DE 09 DE JUNHO DE 2024

VAMOS COMBATER PELA EUROPA QUE QUEREMOS NA EUROPA QUE TEMOS

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN apela aos trabalhadores e às trabalhadoras para que, a 09 de Junho, nas eleições para o Parlamento Europeu, votem na lista do Partido Socialista, cuja liderança é assumida por Marta Temido.

As eleições para o Parlamento Europeu, no contexto político actual, revestem-se de uma enorme importância. Os avanços da extrema-direita em Portugal e na Europa, nos últimos anos, colocam em perigo o projecto europeu.

O avanço do neoliberalismo, nos últimos tempos, através das políticas impostas pela direita, põe em causa a Europa Social.

O projecto europeu, suportado em valores democráticos e solidários, baseado no desenvolvimento sustentado da União Europeia (UE), assume-se como organização política, económica e sociocultural.

A eventual vitória da direita, devido ao seu carácter neoliberal, levará a que o Estado Social que defendemos (em Portugal e na Europa) fique em risco; uma representação significativa da extrema-direita, devido ao seu nacionalismo e reaccionarismo, colocará em perigo o próprio projecto europeu.

A União Europeia, com todas as suas imperfeições actuais, é uma das regiões mais desenvolvidas do mundo, mas onde persistem muitas desigualdades. A pobreza, as desigualdades e a exclusão social, por causa de uma distribuição da riqueza cada vez mais desequilibrada, em benefício do capital, são uma realidade vivida por largas dezenas de milhões de cidadãos europeus e são um facto demonstrado em todas as estatísticas e estudos realizados. Constatamos que, segundo o Eurostat, a população em risco de pobreza ou exclusão social na UE ainda atinge mais de 95 milhões de pessoas, 22% da sua população.

É desta situação social objectiva que, nos estados-membros, crescem ou nascem movimentos protofascistas ou neofascistas, denominados erradamente populistas. Este é o maior perigo com que nos defrontamos hoje na União Europeia – com as suas mensagens primárias, de carácter racista, xenófobo, proteccionista e nacionalista. Utilizando as novas tecnologias de comunicação, estes movimentos têm capitalizado as angústias e o mal-estar de uma parte relevante dos cidadãos europeus.

Este é o resultado das políticas neoliberais impostas pela direita nos últimos anos – esta é a União Europeia que temos.

O que Portugal e a Europa precisam é de políticas progressistas, que apostem na valorização dos salários e pensões, no reforço do Estado Social, através do investimento nos serviços de saúde, segurança social, educação, habitação e cultura. Uma política que incentive o crescimento económico, que combata o desemprego jovem e de longa duração, que elimine as desigualdades salariais entre mulheres e homens e que promova políticas sustentáveis que garantam o futuro. Uma política que assegure a paz entre os estados, respeite os povos e garanta a segurança dos cidadãos.

Uma União Europeia que, na Europa e no mundo, promova o desenvolvimento sustentável, a justiça e o bem-estar social – esta é a União Europeia que queremos!

Nas próximas eleições europeias, votar no Partido Socialista é:

·         Eleger deputados e deputadas cujo compromisso de serviço público, abnegação e empenho estão representados na nossa cabeça-de-lista, Marta Temido, cujo trabalho desenvolvido durante a pandemia COVID-19 é reconhecido por uma ampla maioria da população e é garantia de que no Parlamento Europeu os nossos eleitos usarão toda a sua experiência em prol de uma melhor Europa;

·         Valorizar o projecto europeu e defender uma política para a UE que tenha em conta as especificidades de cada país, nomeadamente na sua reindustrialização, e que assuma o exemplo seguido durante a pandemia COVID-19, na compra conjunta de vacinas, que muito beneficiou Portugal e a Europa, e na constituição dos Planos de Recuperação e Resiliência de cada estado-membro, financiado por fundos garantidos pela própria UE;

·         Promover políticas públicas progressistas, à semelhança do que se fez em Portugal entre 2015 e 2024 pelos governos do PS e na Europa, quando Jacques Delors foi presidente da Comissão Europeia, em 1985;

·         Afirmar que no mundo global em que vivemos, e para enfrentar e vencer os profundos desafios que coloca, o projecto europeu continua válido e cada vez é mais necessário – mas tem de ser sustentado na liberdade, na democracia, na prosperidade para todos, na justiça social e num novo Contrato Social, marcas europeias distintivas e indeléveis, conforme a História demonstra até à saciedade;

·         Garantir que é com esta estratégia que se mobiliza a cidadania, porque é a única que produz crescimento económico, distribuição da riqueza, progresso social, coesão regional e sustentabilidade ambiental, se reerguerá de novo o sentimento pró-europeu e se combaterão e vencerão as forças protofascistas ou neofascistas que ensombram a nossa sociedade democrática;

·         Combater a direita e extrema-direita, promovendo políticas de combate à pobreza e exclusão social, como forma de eliminar as assimetrias sociais;

·         Contribuir para o reforço da esquerda no Parlamento Europeu e, desse modo, para o reforço da Europa Social.

É neste quadro político-social que os sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN apelam a todos os trabalhadores para votarem no Partido Socialista nas próximas eleições para o Parlamento Europeu.

Não temos dúvidas: a experiência governativa em Portugal, a acção desenvolvida pelos governos do PS entre 2015 e 2024 na União Europeia são a razão principal para votar na lista do Partido Socialista encabeçada por Marta Temido – assim, conquistaremos a Europa que queremos!

É PRECISO VOTAR NO PARTIDO SOCIALISTA

POR PORTUGAL!

PARA CONTINUARMOS O COMBATE PARA MELHORARMOS AS NOSSAS VIDAS!

POR UMA MELHOR EUROPA – PELA EUROPA SOCIAL!

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

Lisboa, 05 de Junho de 2024

21 maio 2024

O Secretário-Geral, Pedro Nuno Santos, recebeu hoje, na sede nacional, uma delegação da Tendência Sindical do Partido Socialista

Nesta reunião muito produtiva, o Partido Socialista reafirmou o seu compromisso total com os trabalhadores, e com todas as forças sindicais que os representam, privilegiando sempre a defesa da dignidade laboral e a valorização dos salários.

Como maior partido dos sindicalistas em Portugal, o PS continuará empenhado em promover a negociação coletiva, a igualdade salarial e a proteção dos trabalhadores, pilares fundamentais para o avanço dos direitos laborais em Portugal.
 
A Tendência Sindical do Partido Socialista é composta pela Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN e a Tendência Sindical Socialista da UGT.

20 maio 2024

NA CGTP-IN, O CONFRONTO DE IDEIAS E ESTRATÉGIAS CONTINUA...

OS SINDICALISTAS DA CORRENTE SINDICAL SOCIALISTA (CSS) DA CGTP-IN CONTINUAM A REAFIRMAR AS SUAS POSIÇÕES AUTÓNOMAS

A 16 de Maio de 2024 reuniu o Conselho Nacional da CGTP-IN.

Naturalmente, foi aprovada uma Resolução no final dos trabalhos.

Porém, os sindicalistas da CSS da CGTP-IN apresentaram várias propostas que foram recusadas pelos sindicalistas da Corrente Sindical do PCP.

Consequentemente, os sindicalistas da CSS da CGTP-IN não votaram favoravelmente a Resolução.

Perguntar-se-á:

Quais foram as propostas apresentadas e qual a razão para não serem aprovadas e integradas na Resolução?

Para responder a estas perguntas pertinentes, vamos seguidamente apresentar as propostas que foram recusadas – e cada um(a) retire as suas conclusões!

Proposta número um:

Esta política de direita e extrema-direita apoiada pelo patronato pode ser contrariada, combatida e impedida somente com a união, organização e luta dos trabalhadores nos locais de trabalho, ao nível nacional, com a criação de factores que promovam acções comuns entre os sindicatos nos sectores e entre as confederações sindicais, a nível nacional, e com a convergência entre todas as forças políticas de esquerda.

Comentário:

Porquê rejeitar e votar contra uma proposta sobre as convergências sindicais cada vez mais necessárias e o combate à extrema-direita?

Proposta número dois:

A actual situação política coloca à CGTP-IN a necessidade de valorização e reforço da unidade na diversidade, o aprofundamento da democracia interna, o fortalecimento da organização e a abertura para novas formas de intervenção, acção e luta.

A CGTP-IN, como representante dos interesses da classe trabalhadora em Portugal, tem pela frente um enorme desafio, mas parte, para o enfrentar e vencer, de uma história gloriosa de quase 54 anos de vida e experiência, que é reconhecida e estimada pelos trabalhadores e temida pelo patronato, pela direita e pela extrema-direita.

A classe trabalhadora em Portugal e a sociedade portuguesa necessitam de uma Confederação mais representativa, forte e combativa, capaz de contribuir para as necessárias mudanças sociais e políticas.

O reforço da extrema-direita em Portugal exige da CGTP-IN uma profunda reflexão sobre as causas, nomeadamente sobre as que têm origem nos locais de trabalho e nas empresas, e um combate firme e determinado a todas as políticas que signifiquem um retrocesso civilizacional. Está colocada com redobrada força a necessidade de um novo rumo para o país, assente na valorização do trabalho e dos trabalhadores, nos valores de Abril e na aplicação dos direitos inscritos na Constituição da República Portuguesa.

Comentário:

Por que razão a maioria da Corrente Sindical do PCP votou contra uma proposta que defende uma Confederação mais representativa, forte e combativa, capaz de contribuir para as necessárias mudanças sociais e políticas progressistas?

Proposta número três:

Também na Europa, continuamos a assistir aos ataques da Rússia à Ucrânia, com o bombardeamento a infra-estruturas críticas (centrais eléctricas, barragens, entre outras) e bairros residenciais, autênticos crimes de guerra. Continuamos a assistir à morte de civis pelos ataques injustificados e inaceitáveis da Rússia, cuja invasão condenamos, e afirmamos a necessidade de que este país pare com a agressão e retire as suas tropas dos territórios ocupados como forma de alcançar a paz.

O Conselho Nacional manifesta a solidariedade da CGTP-IN para com o povo e os trabalhadores da Ucrânia e exorta a que se trabalhe para alcançar a paz no âmbito das Nações Unidas.

Muitos outros conflitos continuam em todo o mundo, com milhares de feridos e mortos. Onde quer que haja guerra não há paz, não há liberdade, e são o povo e os trabalhadores que sofrem. A CGTP-IN reafirma a importância da ONU na prevenção de conflitos, mediação e negociação de soluções de paz, assim como o seu papel na ajuda humanitária, tão fundamental para evitar milhares de mortes.

Comentário:

Esta foi a proposta dos sindicalistas da CSS da CGTP-IN sobre a situação na Ucrânia que foi recusada pelos sindicalistas da Corrente Sindical do PCP.

A Resolução denuncia e condena o genocídio do povo palestiniano, exige um cessar-fogo e a defesa e o apoio à criação do Estado da Palestina, o que, naturalmente, contou com o apoio dos sindicalistas da CSS.

Porém, sobre a situação na Ucrânia, o projecto de Resolução era omisso.

Após esta proposta dos sindicalistas da CSS, a Resolução integrou uma referência à Ucrânia, no meio de tantos outros conflitos mundiais, perdendo a situação ucraniana a importância que possui!

Proposta número quatro:

Apelar ao voto nas eleições para o Parlamento Europeu de 9 de Junho. As eleições são fundamentais para os trabalhadores e trabalhadoras e para os reformados – a sua participação e votação nos partidos das esquerdas é essencial para que a direita e a extrema-direita não tenham votações significativas – a CGTP-IN, respeitando a liberdade de escolha de cada trabalhador(a) e reformado(a), mas coerente com o seu projecto sindical unitário, democrático e de esquerda, reafirma o apelo ao voto nos partidos das esquerdas.

Comentário:

A CGTP-IN é uma organização de trabalhadores e trabalhadoras que, na sua esmagadora maioria, são simpatizantes ou militantes de partidos das esquerdas – mas a CGTP-IN deve ser um espaço de convergências de todas as militâncias de esquerda! Só razões sectárias levam a que se rejeite esta proposta!

Comentário final:

O que leva a maioria dos sindicalistas da Corrente Sindical do PCP na CGTP-IN a recusar propostas sobre convergências sindicais que beneficiem os trabalhadores, a solidariedade com os trabalhadores e o povo da Ucrânia, o combate à extrema-direita, o reforço da unidade e as eleições europeias?

Os sindicalistas da CSS da CGTP-IN sempre defenderam a autonomia sindical da Confederação face aos partidos políticos, sempre recusaram a colagem das mensagens da CGTP-IN às do PCP, porque sempre entenderam que só uma Confederação plural e representativa serve os interesses da classe trabalhadora.

Os sindicalistas da CSS da CGTP-IN reafirmam o compromisso com a CGTP-IN e repetem que continuarão a intervir na Confederação, porque é necessário proteger e reforçar a unidade na diversidade e a autonomia da CGTP-IN – somente assim estaremos a proteger os interesses da classe trabalhadora!

O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN

Lisboa, 19 de Maio de 2024

15 maio 2024

CSS da CGTP-IN recebida pelos sindicalistas do Bloco de Esquerda

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, representada pelo seu secretário-geral, Fernando Gomes, foi hoje recebida pela Corrente de Opinião Político-Ideológica (COPI) do Bloco de Esquerda (BE).

A reunião serviu para abordar o funcionamento democrático dos órgãos da CGTP-IN e a falta de pluralidade e diversidade na composição da Comissão Executiva que resultou do último Congresso.

Recordamos que os sindicalistas socialistas não integraram este órgão porque a maioria da COPI do PCP impediu o alargamento da representação da CSS e que os sindicalistas do Bloco continuam, injustificadamente, a ser impedidos de entrar.

08 maio 2024

Sindicalistas socialistas da CGTP-IN ausentes da Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) pela primeira vez desde 1987

Pela primeira vez, desde Novembro de 1987, ano em que a CGTP-IN assumiu os seus lugares na Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS), os sindicalistas socialistas da CGTP-IN não participaram na reunião, que hoje se realizou, deste órgão tripartido, de diálogo social.

 

Também aqui, a visão que sempre introduzimos nas discussões preparatórias dos temas que vão a debate na concertação social, a reflexão ficou amputada de pensamento critico e procura de soluções equilibradas, que sempre nos caracterizou e que muitas vezes sinalizámos publicamente.

 

Uma organização sindical que não reflecte o pensamento de todas as suas componentes político-ideológicas que existem e interagem, deixa de fora o pensamento dos trabalhadores socialistas, independentes e de outras correntes de opinião político- ideológicas.

 

Esta situação resulta do facto da Comissão Executiva da CGTP-IN, eleita no XV Congresso, realizado a 23 e 24 de Fevereiro de 2024 estar amputada de uma ampla representação do mundo do trabalho.

 

Efectivamente, porque, ao não incluir na sua composição sindicalistas de todas as correntes de opinião político-ideológicas das esquerdas que existem, coexistem e intervêm nos locais de trabalho, em particular, os sindicalistas socialistas, a actual composição da Comissão Executiva está amputada da realidade político-ideológica e sindical vivida pelos trabalhadores e trabalhadoras.

 

Recordamos que desde o Congresso de Todos os Sindicatos, em Janeiro de 1977, os sindicalistas socialistas da CGTP-IN sempre participaram activamente na Comissão Executiva da CGTP-IN, tendo contribuído decisivamente para a sua acção, apoio indefectível da classe trabalhadora e reconhecimento público.

 

Recordamos também que, ao longo da história da CGTP-IN, sempre houve diferenças e divergências entre as diversas correntes de opinião político-ideológicas, designadamente sobre os conteúdos programáticos e os equilíbrios entre as várias correntes, aquando da composição dos órgãos dirigentes, com destaque para a Comissão Executiva.

 

Estes equilíbrios político-ideológicos nos órgãos são absolutamente necessários e sempre existiram desde 1977, repetimos, porque, no mundo do trabalho, há diversidade e pluralismo ideológico entre os trabalhadores e as trabalhadoras.

 

Esta realidade é expressa na Confederação, na qual coabitam dialecticamente, nos órgãos sindicais, sindicalistas das correntes de opinião político-ideológicas do PCP, PS, BASE-FUT, BE, católicos progressistas e independentes, apesar de a corrente de opinião político-ideológica do BE nunca ter participado na Comissão Executiva.

 

Pugnamos por uma CGTP-IN capaz de defender os interesses da classe trabalhadora plural, assente nos seus princípios de Unidade, Democracia, Independência, Solidariedade e Sindicalismo de Massas.

 

São estes os princípios e objectivos que continuaremos a defender em todos os espaços de intervenção em que os sindicalistas socialistas e independentes desempenham a sua acção sindical no mundo do trabalho: desde os locais de trabalho até à Confederação, passando pelos sindicatos, uniões, federações e outras organizações sociais.

 

Lisboa, 07 de Maio de 2024

 

O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN

07 maio 2024

Reunião entre a BASE-FUT e a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

A Corrente Sindical Socialista (CSS) da CGTP-IN reuniu ontem, 6 de Maio de 2024, com a BASE - Frente Unitária de Trabalhadores (BASE-FUT). Um encontro que serviu para abordar a situação interna na CGTP-IN que levou à não integração dos sindicalistas socialistas na Comissão Executiva que resultou do último congresso.

Entre outros assuntos tratados na reunião, ambas as organizações coincidem na apreciação de que só uma Confederação plural e representativa pode contribuir para a melhoria das condições de vida e de trabalho da classe trabalhadora.

A BASE-FUT e a CSS da CGTP-IN são duas das correntes de opinião político-ideológicas que historicamente fazem parte da CGTP-IN.

06 maio 2024

Encontro dos Jovens Trabalhadores Socialistas (JTS) em Aveiro

O Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista (CSS) da CGTP-IN, Fernando Gomes, participou na passada sexta-feira num encontro de reflexão sobre o trabalho e sindicalismo.


O encontro foi organizado pela Federação dos Jovens Trabalhadores Socialistas (JTS) e a moderação esteve a cargo do seu Coordenador Federativo, Arturo López.

Na iniciativa esteve também Eduardo Conde da UGT Aveiro.

No debate ocorrido, entre outros assuntos sobre o trabalho, abordou-se a forma de organização da Tendência Sindical do Partido Socialista e as suas duas componentes (CSS da CGTP-IN e TSS da UGT), a CGTP-IN, a sua estrutura sindical e os problemas que levaram os Sindicalistas Socialistas a não integrarem a Comissão Executiva após o último Congresso, a necessidade de termos uma CGTP-IN mais plural, com uma mensagem e imagem autónoma do PCP.

Apesar das situações apontadas a importância da CGTP-IN na sociedade é valorizada.

A CSS da CGTP-IN realça a importância deste género de encontros com as novas gerações e apela à sindicalização e participação na vida dos Sindicatos.

05 maio 2024

O 1.º de Maio da CGTP-IN

O desfile do 1.° Maio da CGTP-IN que decorreu entre o Martim Moniz e a Alameda. No final, Fernando Gomes, Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN, agradece a participação nas comemorações do dia do trabalhador.

04 maio 2024

Participação da delegação do PS no 1.º Maio da CGTP-IN

A delegação do Partido Socialista ao 1.º de Maio da CGTP-IN, dirigida por Marta Temido - cabeça de lista do PS às eleições europeias, com Carla Tavares e Miguel Costa Matos. A delegação foi recebida por dirigentes da CSS da CGTP-IN.

29 abril 2024

Vamos celebrar os 50 anos do primeiro 1.º de Maio em liberdade

 Fernando Gomes, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, faz um apelo à participação dos trabalhadores e trabalhadoras que trabalham em Portugal, portugueses ou imigrantes, a participarem nos desfiles e concentrações organizados pela CGTP-IN, que se realizam no Continente, Açores e Madeira. 

21 março 2024

AS NOSSA PROPOSTAS PARA A RESOLUÇÃO DO CN DA CGTP-IN

Os membros do Conselho Nacional da CGTP-IN, que se enquadram na Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN (CSS da CGTP-IN), apresentaram um conjunto de propostas para a resolução do Conselho Nacional de 15 de Março que foram rejeitadas pela maioria da Corrente Sindical do PCP.

Fizemo-lo porque considerámos que a apreciação feita pela Comissão Executiva da CGTP-IN, tanto na posição divulgada após as eleições, como naquilo que foi revertido para a sua proposta de resolução, era pobre e muito insuficiente.

No conjunto das propostas que apresentámos destacamos:
1- Alteração da estrutura da resolução, colocando em primeiro lugar a apreciação das eleições legislativas que, na proposta da Comissão Executiva, estava secundarizada;

2- Alteração do título, com a necessidade do reforço da CGTP-IN, através da sua unidade e democracia;

3- A necessidade de aprofundar a acção sindical nos locais de trabalho e nas empresas, com vista ao esclarecimento do que pode ser a ofensiva da direita e da extrema-direita contra os direitos dos trabalhadores;

4- A necessidade de valorização e reforço da unidade, o aprofundamento da democracia interna, o fortalecimento da organização e a abertura para novas formas de intervenção, acção e luta;

5- A importância da participação de todas as correntes de opinião político-ideológicas em todos os órgão dirigentes da CGTP-IN;

6- Manifestar a nossa solidariedade para com o povo e os trabalhadores da Ucrânia, onde continuamos a assistir à morte de civis pelos ataques injustificados e inaceitáveis da Rússia, cuja invasão condenamos, e afirmar a necessidade de a Rússia parar com a agressão e retirar as suas tropas dos territórios ocupados, como forma de alcançar a paz;

7- Organizar, pela CGTP-IN, junto das confederações patronais, concentrações que responsabilizem os seus dirigentes a propósito dos atropelos que todos os dias fazem aos direitos dos trabalhadores.

Todas estas propostas foram rejeitadas pela maioria da Corrente Sindical do PCP.

A proposta final de resolução foi aprovada, com os membros da CSS da CGTP-IN a absterem-se. A mesma encontra-se no site da CGTP-IN.
Toda

07 março 2024

SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN APOIAM O PARTIDO SOCIALISTA

MANIFESTO DE APOIO AO PARTIDO SOCIALISTA DOS SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN

 

O MUNDO DO TRABALHO POR UM PORTUGAL INTEIRO!

No próximo dia 10 de Março realizam-se eleições para a Assembleia da República.

Os trabalhadores e as trabalhadoras, após oito anos de governação do Partido Socialista, e de António Costa como primeiro-ministro, reconhecem que, apesar da pandemia, de uma escalada inflacionista como consequência da invasão da Ucrânia pela Rússia, e dos problemas que resultam das alterações climáticas, o Governo do PS deu resposta a uma grande parte dos problemas do país, relançou a economia, apoiou as famílias e as empresas, tomou medidas importantes quanto aos direitos sociais e laborais, imprimiu um forte crescimento dos rendimentos (salários e pensões) das classes populares e diminuiu o défice, bem como a dívida pública.

A decisão sobre a demissão do Governo e a dissolução da Assembleia da República, irresponsavelmente tomada pelo presidente da República, que interrompeu uma legislatura com uma maioria absoluta na Assembleia da República, precipitou o país para umas eleições legislativas antecipadas desnecessárias e das quais pode resultar uma situação de forte instabilidade política.

Neste novo ciclo que se abriu com a eleição de Pedro Nuno Santos como secretário-geral do PS e candidato a primeiro-ministro, enquanto sindicalistas socialistas e independentes, reafirmamos:

·         O APOIO ao Partido Socialista e a Pedro Nuno Santos, expressando a nossa vontade de que venha, após as eleições, a ser designado primeiro-ministro de Portugal;

·         ACREDITAMOS que, na próxima legislatura, se manterá a trajectória de crescimento económico, com uma maior distribuição da riqueza, com consequências positivas no aumento das pensões, do salário mínimo nacional e nos salários médios praticados na administração pública e no sector privado;

·         DESEJAMOS que, em Portugal, se continue a efectivar políticas públicas de crescimento económico e de progresso social, factores fundamentais para que exista o necessário desenvolvimento sustentado;

·         CONFIAMOS que o futuro governo do Partido Socialista continuará a realizar políticas públicas que respeitem a dignidade do trabalho, a evolução dos direitos laborais, o diálogo social, a negociação e a contratação colectivas, o livre exercício da actividade sindical nas empresas e serviços, privados e públicos, a acção inspectiva eficaz e uma justiça no trabalho célere e acessível, rapidamente tomando decisões e ultrapassando atrasos;

·         ESPERAMOS que, implementando o projecto de um Portugal Inteiro, as graves assimetrias sociais e regionais que ainda persistem na sociedade portuguesa sejam solucionadas – e somente um governo do Partido Socialista o pode concretizar;

·         ENTENDEMOS que a União Europeia necessita urgentemente de um novo e forte impulso progressista, que afaste as políticas conservadoras e neoliberais predominantes nos últimos anos e combata decisivamente a extrema-direita populista – e apenas o Partido Socialista assegura a concretização deste objectivo;

·         ALERTAMOS para os riscos da época em que vivemos, concretamente, a guerra na Ucrânia e na Palestina que, além do imenso sofrimento e da terrível destruição que provocam, exigem firmes acções de solidariedade para com os povos agredidos e trazem problemas imensos para o equilíbrio geopolítico internacional, que urge solucionar – e apenas um governo do Partido Socialista garante que tal sucederá, como já aconteceu durante o período da pandemia;

·         COMPREENDEMOS os perigos e obstáculos políticos, de carácter reaccionário, corporizados por projectos de direita e extrema-direita (AD, IL e Chega), que se têm reforçado a nível nacional, europeu e internacional, sendo necessário consolidar e fazer avançar o que já foi realizado – e unicamente o Partido Socialista assegura esta consolidação e este avanço;

·         SABEMOS que somente Pedro Nuno Santos, secretário-geral do Partido Socialista, tem as características pessoais para exercer o cargo de primeiro-ministro, enquanto político progressista, sério e corajoso, com experiência governativa, com obra na ferrovia, com a integração da EMEF na CP, que salvou a TAP da falência e milhares de trabalhadores/as do desemprego, e tem condições para enfrentar, com êxito, os enormes desafios que se colocam actualmente a Portugal e aos portugueses.

Assim, por estas razões, certa de que interpreta os sentimentos da larga maioria dos/as trabalhadores/as, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, na qual convergem sindicalistas socialistas e independentes, apela:

1)      A TOD@S OS TRABALHADORES, DELEGADOS E DIRIGENTES SINDICAIS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN PARA QUE SE EMPENHEM, ENQUANTO CIDADÃOS, NESTA CAMPANHA ELEITORAL, APOIANDO O PARTIDO SOCIALISTA E PEDRO NUNO SANTOS;

 

2)      A TODOS OS CIDADÃOS, EM ESPECIAL, AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS, QUE EXERÇAM O SEU DIREITO DE VOTO NO PARTIDO SOCIALISTA, PORQUE SÓ UM GOVERNO DO PS LIDERADO POR PEDRO NUNO SANTOS PODE GARANTIR A DEFESA DO ESTADO SOCIAL: E A MELHORIA DOS RENDIMENTOS.

OS SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN MANIFESTAM CONVICTAMENTE TODO O SEU APOIO AO PARTIDO SOCIALISTA


É PRECISO VOTAR NO PARTIDO SOCIALISTA, POR UM PORTUGAL INTEIRO

 

O MUNDO DO TRABALHO VAI VOTAR NO PS!

  

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

Março de 2024

 Este manifesto foi subscrito por 129 activistas e sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN.

Encontre a lista em https://corrente-css.blogspot.com


 

NOME

ORGANIZAÇÃO SINDICAL E FUNÇÕES

DISTRITO/REGIÃO

 

Fernando Gomes

Membro do Secretariado do Conselho Nacional da CGTP-IN

Coordenador da Comissão Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas

Direcção do Sindicato Hotelaria do Sul

Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN

Marvão/Portalegre

Alexandra Isabela C. Costa

Conselho Nacional da CGTP-IN

Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde (STSS)

Porto

António Marçal

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Lousã/Coimbra

Carla Isabel Braga Pinheiro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Carlos Manuel Alves Trindade

Representante da CGTP-IN no Comité Económico e Social Europeu (CESE)

Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Setúbal

Elisabete Sousa Gonçalves

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Vestuário, Confecção e Têxtil da Região Norte

Braga

Hugo Sá da Bandeira Wever

Conselho Nacional da CGTP-IN

Conselho Nacional da FENPROF

Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Odivelas/Lisboa

João Paulo Silva

Conselho Nacional da CGTP-IN

Professor, Coordenador do Sindicato dos Professores do Norte (SPN)

Vila Nova Gaia/Porto

José Ribeiro Moura

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA)

Setúbal

Juan Carvalho Ascenção

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Júlia Bogas Coelho

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção Regional da Guarda do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Guarda

Júlia Maria Lourenço Ladeiro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Leiria

Ludovina de Sousa

Conselho Nacional da CGTP-IN

Coordenadora Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Melgaço/Viana do Castelo

Luís Alberto Pinho Dupont

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde (STSS)

Lisboa

Maria Fernanda Moreira

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Maria Filomena Correia

Conselho Nacional da CGTP-IN

Vice-Presidente da Direcção Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Lousã/Coimbra

Maria José Correia Monteiro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Mário André Oliveira Castro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Pedro Luís Furtado Martins

Conselho Nacional da CGTP-IN

Coordenador Regional dos Açores do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Rui Manuel de Melo Tomé

Conselho Nacional da CGTP-IN

Vice-Coordenador da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

 

Lisboa

Susana Maria Silva Bastos

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Carlos João Tomás

Presidente da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Alta

Seia/Guarda

Maria de Fátima Carvalho

Presidente da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Vivalda Rodrigues Henriques Silva

Coordenadora Nacional do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Afonso José Magalhães Pimentel

Direcção Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Real

Alberto Reino Gomes

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Caminha/Viana do Castelo

Aldina Ramos Brito

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Mira de Aire/Leiria

Alexandra Lopes

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Espinho/Aveiro

Ana Cristina Alves Cerqueira

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Ana Luísa de Gouveia Maciel

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Ana Maria Dias Ferreira Taveira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Ana Paula Cordeiro Santos

Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP)

Porto

Ana Paula Moniz Silva

Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

 

Açores

Ana Paula Rodrigues Fernandes

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

 

Valença/Viana do Castelo

Ana Sofia Medeiros Mendes

Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Andy Patrício Lima

Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Ângelo Miguel Trindade da Silva

Sindicato de Hotelaria do Norte

Matosinhos/Porto

António Gonçalves Jorge

Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT)

Viseu

António J. C. Lopes Cabral

Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Lisboa

António José Morais Gonçalves

Direcção Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Real

António Matos da Silva

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga

António Venda Lopes

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Matosinhos/Porto

Armindo Carvalho

Coordenador Regional Coimbra do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Coimbra

Artur Paulo Gomes

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Arcos de Valdevez/Viana do Castelo

Augusto Pascoal

Presidente do Conselho Fiscal do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Membro do Conselho de Jurisdição da FENPROF

Vice-Presidente da Direção Nacional da ASSP - Associação de Solidariedade Social dos Professores

Évora

Bartolomeu Ribeiro

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Carla Salomé Pinto

Direcção do Sindicato dos Professores do Norte (SPN)

Santa Maria da Feira/Aveiro

Carlos Alberto Pereira Amado

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Braga

Carlos Fernando Costa Martins

Coordenador Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Real

Carlos Manuel Santos

Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP)

Matosinhos/Porto

Carlos Pereira Ferreira

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Arcos de Valdevez/Viana do Castelo

Célia Martins

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Cristina Esteves Cerqueira

Activista/ Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Cristina Isabel Cortez

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Damião Dias Marques

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Avelar/Leiria

Dina Manuela Quaresma

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Mira de Aire/Leiria

Eduardo José Castro Vieira

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Melgaço/Viana do Castelo

Eduardo Nogueira Chagas

Direcção do Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante (OFICIAISMAR)

Lisboa

Elsa Bateira Jesus

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Matosinhos/Porto

Evangelina Costa Pina Tomás

Direcção Regional do Oeste do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Caldas da Rainha/Lisboa

Fernando Jorge Fernandes

Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Almada/Setúbal

Fernando Pereira Barros

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

 

Valença/Viana do Castelo

Fernando Zorro

Vice-Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde (STSS)

 

Lisboa

Francisco Cravo Dinis

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Francisco Esteves Marcos

Coordenador Regional de Bragança do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Bragança

Francisco Medeiros

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Lisboa

Helena Oliveira

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Coimbra

Helena Paula Alexandre Pestana

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Isabel Costa

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Isabel Maria Santos Duarte

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Ismael Fernando Paredes Lourenço

Comissão Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas

Sindicato da Hotelaria do Algarve

Faro

João Daniel Carrajola

Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante (OFICIAISMAR)

Setúbal

João Maneta

Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT)

Arraiolos/Évora

João Paulo dos Santos Marques

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Amadora/Lisboa

João Pedro da Silva Teixeira

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Santiago do Cacém/Setúbal

Joel Pereira

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Jorge Barros

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

José António Martins Costa

Activista/ Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

José Araújo Santos

Coordenador Regional Porto do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

José Joaquim Letras Pinheiro

Sindicato Professores da Zona Sul (SPZS)

Portalegre

José Machado Ferreira

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga

José Manuel Teixeira

Sindicato Transportes Rodoviários Urbanos Norte (STRUN)

Porto

José Torres

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Braga

Lúcia Maria de Sousa Cordeiro

Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores (STFPSA)

Açores

Luís Alexandre D. C. M. Alves

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Portimão/Faro

Luis da Costa Ferreira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Luís Filipe Correia

Delegado Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Luís Francisco Fontes Amaro

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Alta

Seia/Guarda

Luis Pedro Saldanha Miranda

Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Lisboa

Luís Pinto Vasques

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Matosinhos/Porto

Luísa Gonçalves Teixeira Barbosa

Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Santarém

Manuel Alexandre Góis Marques

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Matosinhos/Porto

Manuel J. M. da Silva César

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Manuel Jorge Leite Ferreira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Manuel Lopes

Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Marco Paulo Teixeira Sousa

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Maria Arlete Figueira Silva

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Maria Conceição Braga

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Vila Nova Gaia/Porto

Maria da Conceição A. S. Neves

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga

Maria da Conceição Paquete

Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Matosinhos/Porto

Maria da Conceição Rodrigues

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Castelo Branco

Maria da Conceição Sobral

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Nova de Cerveira/Viana do Castelo

Maria da Graça Silva

Direcção Regional de Ponta Delgada do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Ponta Delgada/Açores

Maria de Fátima H. Alvoeiro

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Arganil/Coimbra

Maria Donzília Ribeiro Antunes

Coordenadora Regional Setúbal do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Setúbal

Maria Isabel Pinto Ferreira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Arganil/Coimbra

Maria João Carriço

Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Maria José Monteiro

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Matosinhos/Porto

Maria Manuela Nunes Oliveira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Aveiro

Mário Luis de Oliveira

Delegado Sindical do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

 

Açores

Marlene Oliveira

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Porto

Nuno Conceição

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Nuno Joaquim

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Olívia Maria Ribeiro

Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Paulo João

Delegado Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Miranda do Douro/Bragança

Paulo Manuel Carrajola

Direcção do Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante (OFICIAISMAR)

Setúbal

Prazeres Ferreira Coelho

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Mira de Aire/Leiria

Rafael Rodrigues Da Silva

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Ramiro da Fonseca Mendes

Membro do Conselho Distrital da Inter-Reformados da USC/CGTP-IN

Coimbra

Rui Monteiro Ribeiro

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Melgaço/Viana do Castelo

Rui Pedro Pereira

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Barreiro/Setúbal

Sónia Neto Pinto

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Susana Gomes

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Teresa Maria de Sousa Paiva

Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Teresa Trindade da Silva

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Matosinhos/Porto

Valentim Lopes Carvalho

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Pombal/Leiria

Vasco Lopes da Silva

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Santiago do Cacém/Setúbal

Victor Bartolomeu Rodrigues

Delegado Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Miranda do Douro/Bragança

Vítor Manuel da Silva Neves

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga