O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN
09 abril 2026
SINDICALISTAS SOCIALISTAS DA CGTP-IN SAÚDAM A UGT PELA REJEIÇÃO DA PROPOSTA DO PACOTE LABORAL
08 abril 2026
Associação Amizade Portugal-Sahara Ocidental recebe a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN
02 abril 2026
Saúde mental no trabalho: entre o direito, a responsabilidade social e o futuro do trabalho em Portugal (Acção Socialista n.º 1910 de 02.04.2026)
Por Mário Castro
A
Saúde Mental é um Pilar da Sustentabilidade Laboral, pois tem uma dimensão
central na dignidade no trabalho. Já não é apenas um tema de saúde pública, mas
uma questão de segurança, produtividade e justiça social. A Organização Mundial
da Saúde (OMS) reconhece que o trabalho pode ser simultaneamente um fator
protetor e de risco para a saúde mental, dependendo da forma como é organizado,
das condições de apoio e do equilíbrio entre exigências e recursos disponíveis.
Em
Portugal, segundo dados do Observatório Nacional de Saúde, cerca de 30% dos
trabalhadores apresentam níveis elevados de stress laboral, e 20% referem
sintomas de ansiedade recorrente devido a dificuldades em conciliar
responsabilidades profissionais e pessoais.
Corroborando
com esta realidade, um estudo realizado em Portugal no ano de 2025 “Estudo
Nacional de Saúde”, 60% dos inquiridos consideraram que a saúde mental não é
valorizada no local de trabalho. Estes números refletem uma realidade
crescente, em que o burnout (esgotamento), ansiedade e a depressão são hoje as
principais causas de absentismo e perda de produtividade.
Desta
forma, o mesmo estudo recomenda que as empresas precisam de implementar
programas de apoio concretos, formar lideranças e criar ambientes
psicologicamente seguros.
O
atual Código do Trabalho estabelece o regime da segurança e saúde no trabalho,
impondo às entidades empregadoras o dever de avaliar e prevenir riscos
profissionais, incluindo os psicossociais, como o stress ocupacional, o
burnout, o assédio ou a violência laboral.
A
Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, também aborda a promoção e prevenção da
segurança e saúde no trabalho, incluindo a proteção contra riscos
psicossociais. A lei transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º
89/391/CEE, do Conselho, de 12 de junho, e as Diretivas (UE) 2019/1152 e
2019/1158 que estabelecem ainda regras sobre condições previsíveis e equilíbrio
entre vida profissional e pessoal.
Contudo, a prática demonstra que, apesar de as normas existirem, a prevenção dos riscos mentais ainda é deficiente. A maioria das empresas continua a focar-se em riscos físicos e ergonómicos, subvalorizando o impacto das relações interpessoais, das cargas horárias excessivas, ou da cultura de “sempre ligado” promovida pelo teletrabalho.
É
necessário, para o bem dos trabalhadores e da produtividade das empresas que a
legislação portuguesa evolua para tornar obrigatória a inclusão de fatores
psicossociais nas avaliações de risco; exigir formação de chefias em liderança
emocional e gestão saudável de equipas; criar instrumentos de monitorização de
burnout e assédio psicológico; reforçar o papel das Comissões de Trabalhadores
e dos Serviços de Saúde no Trabalho na prevenção, e não apenas na reação a
crises.
A
Organização Internacional do Trabalho (OIT) tem sido clara: o trabalho digno
implica o acesso a ambientes seguros, inclusivos e psicologicamente saudáveis.
A sua Convenção n.º 155 e a Recomendação n.º 194 sublinham que a proteção da
saúde mental deve integrar-se na política nacional de segurança e saúde
ocupacional.
Para
que os ambientes laborais sejam favoráveis a uma saudável saúde mental
organizacional e dos trabalhadores é necessário a efetiva conciliação entre a
vida laboral e familiar, constituindo este um desafio crucial.
A
dificuldade em equilibrar a vida laboral e pessoal é um dos maiores fatores de
risco psicológico. A pressão constante para ser produtivo, associada às
exigências familiares, gera stress crónico, fadiga e culpabilidade. Muitos
trabalhadores portugueses afirmam não conseguir separar trabalho e vida
privada.
Esta
desconexão entre o tempo de trabalho e o tempo de vida cria terreno fértil para
doenças mentais, que por sua vez impactam a economia: Segundo um estudo
publicado na Revista Portuguesa de Saúde Ocupacional, 30 a 40% das ausências
prolongadas ao trabalho são de origem psiquiátrica, com médias superiores a 200
dias de ausência.
A
transformação cultural e institucional necessária depende da vontade política e
ação sindical organizada. Os sindicatos e as associações profissionais têm o
dever de colocar a saúde mental na agenda da negociação coletiva, incluindo
cláusulas sobre pressão laboral, cargas de trabalho e acompanhamento
psicológico. Também deverão exigir transparência organizacional: auditorias
externas a práticas de gestão, respeito por pausas, horários e métricas
saudáveis de desempenho, incentivar programas de bem-estar laboral, com apoio
psicossocial e flexibilização de horários.
A
OIT tem defendido que a saúde mental é parte integrante do trabalho digno e que
o compromisso político é essencial para a consolidação de ambientes de trabalho
saudáveis e seguros.
Desta
forma, podemos concluir que promover a saúde mental no trabalho é mais do que
cumprir a lei — é investir na dignidade, na produtividade e na sustentabilidade
humana. A ausência de políticas eficazes de prevenção e conciliação terá custos
sociais e económicos incalculáveis.
Por
todas estas razões é necessário combater o pacote laborar proposto por este
governo, pois ao desregular previsibilidade de horários de trabalho (banco de
horas individual), assim como dificultar a atribuição de horário flexível,
diminuir os direitos na parentalidade e precarizar mais os trabalhadores só
poderá prejudicar a conciliação entre a vida laboral e familiar e
concomitantemente a saúde mental de todos os trabalhadores e trabalhadoras
deste país.
O
futuro do trabalho em Portugal deve assentar num novo contrato social, onde o
equilíbrio entre desempenho e bem-estar seja o verdadeiro critério de sucesso.
Enquanto o trabalho continuar a ser um pilar da identidade e subsistência humana, a sua saúde mental deve ser tratada como um direito fundamental — e não como um luxo organizacional.
Acção Socialista:
27 março 2026
O Governo está a matar a concertação social (Expresso Online de 26.03.2026)
Foi membro (suplente e efectivo) do Plenário do Conselho Económico e Social (CES) entre 01 de Outubro de 2004 e 19 Abril de 2024 e efectivo da sua Comissão Permanente de Concertação Social (CPCS) de 21 de Fevereiro de 2020 até 19 Abril de 2024.
Expresso Online:
https://expresso.pt/opiniao/2026-03-26-o-governo-esta-a-matar-a-concertacao-social-22ad6ce5
19 março 2026
Dar voz ao trabalho: representatividade sindical (Acção Socialista n.º 1900 de 19.03.2026)
Num tempo de profundas
transformações no mundo do trabalho, a questão da representatividade sindical
assume uma importância renovada. Mais do que um tema técnico, trata-se de um
elemento essencial da qualidade da nossa democracia: garantir que os
trabalhadores têm uma voz efetiva nas decisões que afetam a sua vida
profissional.
Num contexto de pluralismo
sindical, em que coexistem várias organizações, coloca-se uma questão
fundamental: quem tem legitimidade para negociar e representar os
trabalhadores? A resposta a esta questão não é uniforme e varia entre países
europeus, refletindo diferentes tradições institucionais e opções democráticas.
Em França, os trabalhadores
participam em eleições profissionais nos locais de trabalho, votando em listas
associadas a sindicatos, e os resultados determinam quais as organizações mais
representativas. Importa sublinhar que participam nestas eleições todos os
trabalhadores, e não apenas os sindicalizados, o que reforça a legitimidade
democrática. Contudo, a experiência mostra que o voto, sendo essencial, não
esgota a questão da representação. A legitimidade constrói-se também na
capacidade de acompanhar os trabalhadores, de responder aos seus problemas
concretos e de intervir de forma consistente no terreno.
Em Espanha, também todos os
trabalhadores participam na eleição dos seus representantes, independentemente
de serem ou não sindicalizados. Os trabalhadores elegem delegados e membros de
comités de empresa, sendo os sindicatos que apresentam listas e disputam esses
lugares. A representatividade mede-se, depois, pelo número de representantes
eleitos. Trata-se de um modelo que combina duas dimensões importantes: por um
lado, a legitimidade democrática do voto de todos os trabalhadores; por outro,
a continuidade da ação sindical e a presença efetiva no terreno.
Em Portugal, o modelo
apresenta características próprias. Não existe um sistema formal de medição da
representatividade baseado em eleições profissionais. A legitimidade sindical
constrói-se através de uma combinação de fatores: a negociação coletiva, a participação
institucional, a mobilização dos trabalhadores e a intervenção no espaço
público. Trata-se, em grande medida, de uma representatividade que se afirma na
prática. Os sindicatos são reconhecidos como representativos quando conseguem
mobilizar, negociar e dar resposta às preocupações concretas dos trabalhadores.
Esta diversidade de modelos
evidencia uma realidade importante: a representatividade sindical é uma
construção democrática que exige participação, confiança e reconhecimento.
É neste quadro que o reforço
da negociação coletiva e do diálogo social assume particular relevância. Num
contexto marcado pela precariedade, pela fragmentação das relações laborais e
pelo surgimento de novas formas de trabalho - incluindo o trabalho em
plataformas digitais - torna-se ainda mais necessário garantir sindicatos
fortes, representativos e capazes de acompanhar estas transformações.
Reforçar a representatividade
sindical implica, desde logo, promover a participação dos trabalhadores e
valorizar o papel das organizações sindicais enquanto parceiros essenciais no
diálogo social. Implica também garantir condições para uma ação sindical
efetiva, nomeadamente no acesso aos locais de trabalho, na proteção dos
representantes dos trabalhadores e no reforço dos instrumentos de negociação
coletiva.
Reforçar a representatividade
sindical é, por isso, reforçar a própria democracia. É garantir que o trabalho
tem voz, que os trabalhadores são ouvidos e que as decisões que os afetam não
são tomadas sem a sua participação. Num momento em que se colocam novos
desafios ao mundo do trabalho, esta é uma tarefa que não pode ser adiada.
Neste
contexto, importa considerar a relevância das eleições profissionais como
instrumento de reforço da legitimidade sindical. Ao permitir que todos os
trabalhadores participem na escolha dos seus representantes, este modelo
introduz um critério claro, transparente e democrático de aferição da
representatividade. Mais do que um mecanismo técnico, trata-se de uma forma de
aproximar a representação sindical dos princípios fundamentais da democracia,
garantindo que quem negoceia e decide em nome dos trabalhadores o faz com base
numa legitimidade efetivamente reconhecida.
Uma democracia de qualidade
mede-se também pela forma como valoriza e representa quem trabalha. É nesse
compromisso que se joga uma parte essencial do nosso futuro coletivo.
Acção Socialista:
https://www.accaosocialista.pt/?edicao=1900#/1900/dar-voz-ao-trabalho-representatividade-sindical
05 março 2026
Quatro anos após a invasão da Ucrânia (Acção Socialista n.º 1890 de 05.03.2026)
Declaração da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN
Assinalam-se quatro anos sobre a invasão da Ucrânia pela Federação Russa, ocorrida em 24 de Fevereiro de 2022, um acto de agressão que violou frontalmente o Direito Internacional e os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas.
A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN reafirma, neste momento, a sua mais profunda solidariedade para com o Povo ucraniano e, em particular, para com os trabalhadores e trabalhadoras da Ucrânia, que continuam a sofrer as consequências devastadoras de uma guerra injusta, prolongada e destruidora.
Durante estes quatro anos, milhões de cidadãos foram forçados ao exílio, milhares perderam a vida, cidades foram destruídas e a economia foi profundamente afectada. Os trabalhadores ucranianos enfrentam não apenas os horrores da guerra, mas também a precariedade, a perda de rendimentos, a destruição de locais de trabalho e a incerteza quanto ao futuro.
Perante
este quadro, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN:
- Condena
firmemente a invasão da Ucrânia pela Rússia,
enquanto violação da soberania de um Estado independente e da ordem
internacional baseada em regras;
- Exige
o fim imediato da guerra, através de um
cessar-fogo que abra caminho a uma solução política duradoura;
- Defende
a retirada das tropas russas do território ucraniano,
como condição essencial para uma paz justa e sustentável;
- Reafirma
a centralidade da Carta das Nações Unidas
e do Direito Internacional, ou seja, a relevância e a dignidade
representadas pela própria Organização das Nações Unidas, como
instrumentos fundamentais para a resolução pacífica dos conflitos;
- Apoia os esforços diplomáticos desenvolvidos sob a égide das Nações Unidas, nomeadamente a acção do seu Secretário-Geral, António Guterres, no sentido de promover o diálogo e a paz.
A paz não é uma palavra vazia, é uma exigência concreta dos povos e dos trabalhadores. A guerra aprofunda desigualdades, alimenta a instabilidade económica e social, favorece a especulação e desvia recursos que deveriam ser canalizados para o desenvolvimento, os serviços públicos e a protecção social.
Para o movimento sindical, a defesa da paz é inseparável da defesa do trabalho digno, da justiça social e da democracia. A exploração, a opressão e o desrespeito pelo direito internacional são factores que alimentam conflitos e corroem os direitos dos trabalhadores.
Neste
momento simbólico, quatro anos após o início da agressão, reafirmamos:
- Solidariedade
activa com os trabalhadores e os sindicatos ucranianos;
- Compromisso com uma ordem internacional baseada no respeito entre Estados soberanos;
A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN continuará a defender, no plano nacional e internacional, a construção de um mundo onde os conflitos sejam resolvidos pelo diálogo e pela negociação, e não pela força das armas.
Pela
Paz
Pela
solidariedade entre os povos e os trabalhadores
Pelo
respeito da Carta das Nações Unidas
Acção Socialista:
05 fevereiro 2026
António José Seguro: Um voto pela Democracia, pelos Direitos e pelo Futuro (Acção Socialista n.º 1871 de 05.02.2026)
22 janeiro 2026
Novo Hospital Central do Algarve: investimento estruturante que exige uma política de recursos humanos consistente (Ação Socialista n.º 1861 de 22.01.2026)
Por Ana Magalhães
A deliberação do Conselho de Ministros, em 9 de janeiro de 2026, autorizou
a celebração de contrato para o novo Hospital Central do Algarve, até 426,6
milhões de euros, representando um passo importante na modernização da
infraestrutura hospitalar da região. Esta obra, há muito reclamada pela
população e autarquias, surge num território com fortes assimetrias
demográficas e significativa sazonalidade turística. Contudo, é essencial
sublinhar que o investimento em infraestruturas, por si só, não garante a melhoria
do acesso, qualidade ou continuidade dos cuidados de saúde.
O principal desafio do
Serviço Nacional de Saúde (SNS) no Algarve é a escassez de recursos humanos. A
dificuldade em atrair, fixar e reter médicos, técnicos superiores de
diagnóstico e terapêutica (TSDT) e enfermeiros compromete a capacidade de
resposta, independentemente de novos edifícios ou equipamentos. Este problema é
agravado por salários pouco competitivos, carreiras desatualizadas, progressões
bloqueadas e contratos precários que não promovem estabilidade nem compromisso
a longo prazo.
O Algarve apresenta
uma demografia diferenciada: aos cerca de 460 mil residentes soma-se uma
população flutuante permanente e um aumento significativo durante a época
turística, pressionando os serviços de saúde. Esta realidade exige planeamento
diferenciado, com financiamento, pessoal e organização ajustados à região, sob
risco de rutura previsível.
A fixação de
profissionais também é dificultada pelo elevado custo de vida, em particular de
habitação, e a ausência de incentivos nacionais específicos agrava o insucesso
das políticas de retenção de profissionais.
A falta de respostas
estruturais gera fragilidade institucional, refletida no encerramento
temporário de serviços essenciais, como urgências, obstetrícia e pediatria, não
por falta de procura, mas pelo incumprimento dos rácios mínimos de segurança
clínica.
Assim, o investimento
em saúde deve ser integrado, estratégico e sustentável. Para além do hospital,
é necessária a implementação de medidas complementares, como programas de
habitação para profissionais, protocolos com autarquias para alojamento a custos
controlados, incentivos financeiros e fiscais, revisão das carreiras e criação
de vínculos estáveis.
Paralelamente, é
crucial a aposta a nível organizacional, promovendo formação contínua,
investigação clínica e gestão eficiente, bem como a aposta em tecnologia e
inovação para captar talento e valorizar o desempenho dos profissionais. Também
é importante reforçar a literacia em saúde e os cuidados de proximidade,
promovendo prevenção, articulação entre níveis de cuidados e uso racional dos
recursos hospitalares, diminuindo a pressão sobre os hospitais.
A saúde deve ser
prioridade estratégica para o desenvolvimento regional e coesão territorial.
Sem profissionais valorizados, carreiras dignas e vínculos estáveis, não há
serviços funcionais nem sustentabilidade.
O novo Hospital
Central do Algarve é parte da solução, mas não substitui as reformas
estruturais necessárias há demasiado tempo.
Acção Socialista:
FALECEU FERNANDO ABREU
ANTIFASCISTA
EMPENHADO, SINDICALISTA DEDICADO E LÍDER INSPIRADOR
Faleceu o Fernando Abreu no dia 21 de Janeiro – tinha 93 anos.
Fernando Abreu foi militante da Acção Católica desde os tempos da juventude, participou activamente nos seus organismos, em especial na Juventude Operária Católica, no esclarecimento, organização e acção dos trabalhadores.
Neste contexto, assumiu variadas responsabilidades ao longo dos anos durante o regime fascista, chegando a ser detido e espancado pela PIDE pelas suas actividades.
Depois do 25 de Abril foi um dos principais dinamizadores da fundação da organização política BASE - Frente Unitária de Trabalhadores, do qual foi seu primeiro coordenador, e que assumiu como lema “SÓ OS TRABALHADORES LIBERTARÃO OS TRABALHADORES”, que sintetiza, na sua singeleza, um verdadeiro programa de transformação política da Sociedade.
A BASE-FUT, durante os últimos cinquenta e dois anos, realizou inúmeras actividades, especialmente, mas não exclusivamente, sindicais, muito em especial, nos sindicatos e na CGTP-IN.
No centro destas actividades, estrategicamente, Fernando Abreu foi o seu estratega e aglutinador, o seu motivador e inspirador, dedicando as suas capacidades à sua realização.
Vários sindicalistas socialistas ao longo dos anos foram militantes da BASE-FUT ou participaram nas suas variadas actividades.
A CSS da CGTP-IN sempre teve com a BASE-FUT uma relação fraterna de cooperação.
Nesta hora em que a BASE-FUT sofre a perda do seu dirigente histórico, a CSS da CGTP-IN partilha a sua mágoa e endereça-lhe as suas sentidas condolências e envia, por seu intermédio, aos familiares e Amigos, os seus profundos pêsames.
Que a lição de vida de Fernando Abreu, enquanto militante e Amigo, inspire todos os militantes!!
O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN
#correntesindicalsocialistadacgtp
#cssdacgtp #BASEFUT #FernandoAbreu #Sindicalismo #CGTPIN
15 janeiro 2026
Pensões portuguesas suspensas: OGBL pede a reformados para fazerem prova de vida
Pensões portuguesas
suspensas: OGBL pede a reformados para fazerem prova de vida
No início
deste ano, foram publicadas informações preocupantes na imprensa, segundo as
quais 294 pensões de imigrantes portugueses residentes no Luxemburgo foram
suspensas, uma vez que os reformados em questão não tinham apresentado a prova
de vida antes de 15 de dezembro último, conforme estipulado por uma nova regra
da Segurança Social portuguesa.
Lamentando
que a Segurança Social portuguesa não tenha tomado medidas para divulgar mais
amplamente esta nova regra, a fim de alertar os pensionistas portugueses,
especialmente aqueles que residem no estrangeiro, o Departamento dos Imigrantes
da OGBL e o Departamento de Pensionistas da OGBL alertam e sensibilizam mais
uma vez todos os reformados portugueses que recebem pensões da Segurança Social
portuguesa para que forneçam a sua prova de vida o mais rapidamente possível.
Ainda vão a tempo!
A prova de
vida pode ser feita rápida e facilmente, de forma presencial e sem marcação
prévia, no Consulado de Portugal no Luxemburgo, situado no n°282, route de
Longwy (L-1940 Luxembourg-Merl), na cidade do Luxemburgo, junto dos serviços do
Adido de Segurança Social, Dr. Francisco Soromenho Marques (email: Adido-SS-Luxemburgo@seg-social.pt, tel. (+352)46 61 90-1.
Se assim
procederem, a reforma que recebem da Segurança Social portuguesa e que tenha
sido suspensa, voltará a ser-vos enviada e paga integral e retroativamente,
segundo informação que o Adido da Segurança Social garantiu à OGBL.
Comunicado pelo Departamento dos imigrantes e pelo Departamento
dos Pensionistas da OGBL,
15 de janeiro de 2026
14 janeiro 2026
Sindicalistas da CGTP-IN divulgam manifesto de apoio à candidatura presidencial de António José Seguro
Manifesto de Apoio à Candidatura Presidencial de António José Seguro de Sindicalistas Socialistas e Independentes da CGTP-IN
Nós, sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN, afirmamos publicamente o nosso apoio à candidatura de António José Seguro a Presidente da República, por considerarmos que ela representa, neste momento decisivo, um compromisso claro com a Democracia, o Estado Social, a Constituição de Abril e a dignidade do trabalho.
Uma Presidência ao
serviço da República e do regime Democrático
Portugal enfrenta
desafios profundos: desigualdades persistentes, precariedade laboral,
dificuldades no acesso à habitação, pressão sobre os serviços públicos,
envelhecimento demográfico e uma inquietante normalização de discursos e
práticas autoritárias e mesmo, nalguns casos, fascizantes, que fragilizam
direitos cívicos, políticos, sociais e laborais. Num contexto de desequilíbrio
político à direita e de crescimento da extrema-direita, a função
presidencial assume um papel determinante de defesa intransigente dos
valores constitucionais.
A candidatura de António José Seguro afirma-se como uma mudança segura, assente na experiência democrática, na seriedade pessoal, na atitude institucional e na recusa do populismo. Uma candidatura que entende que não há progresso económico sem justiça social, nem estabilidade política sem respeito pelo Estado Democrático de Direito e, em particular, pelos direitos laborais e sociais.
Trabalho digno, justiça
social e coesão
A nossa intervenção
sindical, inspirada nos princípios do trabalho digno, do diálogo
social, da negociação colectiva e da autonomia sindical, mas
também, na participação democrática, acção e luta nos locais de trabalho,
encontra nesta candidatura uma convergência de valores e propósitos.
Reconhecemos em António
José Seguro a determinação em:
- Defender o Estado Social,
os serviços públicos universais e de qualidade (saúde, educação, segurança
social);
- Valorizar o trabalho e os salários,
combater a precariedade e promover a contratação colectiva;
- Promover a igualdade,
com especial atenção à igualdade salarial entre mulheres e homens e à
inclusão dos trabalhadores imigrantes;
- Reforçar a coesão territorial e social, combatendo assimetrias e garantindo oportunidades para todos, combatendo todos os tipos de exclusões.
Um Presidente que une e
respeita
O Presidente da
República não governa, mas influencia, alerta, convoca e representa.
·
Portugal precisa de um Presidente que defenda
a Constituição de Abril, os direitos fundamentais e, em particular, a
Democracia e o pluralismo.
·
Portugal precisa de um Presidente próximo
das pessoas, que escute os trabalhadores, as comunidades e as regiões;
· Portugal precisa de um Presidente que promova consensos estruturantes e inclusivos e recuse a política-espectáculo ou a política que provoca ou promove exclusões.
Um voto com sentido
histórico
A presença de uma
candidatura democrática e progressista na segunda volta é essencial para garantir
o equilíbrio do sistema político e assegurar que os valores da democracia, do
progresso, da igualdade e da justiça social serão determinantes nos momentos
decisivos.
O apoio a António José Seguro é, por isso, um voto consciente, responsável e mobilizador.
Compromisso
Enquanto sindicalistas
socialistas e independentes da CGTP-IN, assumimos este apoio com
autonomia e sentido de responsabilidade, fiéis à nossa história de luta
pela liberdade, pela democracia e pelos direitos dos trabalhadores.
Convocamos todas e
todos os que acreditam num Portugal moderno, justo e solidário a
juntarem-se a nós neste caminho.
Por uma Presidência que
una o país, valorize o trabalho e defenda a democracia e o espírito de Abril.
António José Seguro para Presidente da República.
Subscritores:
|
NOME |
ORGANIZAÇÃO
SINDICAL E FUNÇÕES |
REGIÃO |
|
Fernando Gomes |
Secretário-Geral
da CSS da CGTP-IN Membro do Secretariado e do Conselho Nacional da CGTP-IN Coordenador
da Comissão Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas |
Marvão/Portalegre |
|
Carlos Manuel Alves Trindade |
Presidente da Mesa do
Congresso da CSS da CGTP-IN Representante da
CGTP-IN no Comité Económico e Social Europeu (CESE) |
Sesimbra/Setúbal |
|
Fernando Jorge
Fernandes |
Presidente
Honorário da CSS da CGTP-IN Presidente
Conselho Fiscal e Disciplinar do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) |
Almada/Setúbal |
|
Alexandra Isabela C. Costa |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção do Sindicato Nacional dos Técnicos
Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (STSS) |
Vila Nova de
Gaia/Porto |
|
António
Marçal |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN |
Lousã/Coimbra |
|
Carla Isabel Braga
Pinheiro |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Porto/Porto |
|
Hugo Sá da Bandeira
Wever |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção do Sindicato
dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) |
Odivelas/Lisboa |
|
José Ribeiro
Moura |
Membro
do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção
do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e
Actividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA) |
Moita/Setúbal |
|
Juan Carvalho Ascenção |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Presidente da Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma
da Madeira (SERAM) |
Santa Cruz/Madeira |
|
Júlia
Bogas Coelho |
Membro
do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção
Regional da Guarda do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração
Local e Regional (STAL) |
Sabugal/Guarda |
|
Júlia Maria
Lourenço Ladeiro |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e
Vestuário do Centro |
Porto
de Mós/Leiria |
|
Ludovina
de Sousa |
Membro
do Conselho Nacional da CGTP-IN Coordenadora
Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Melgaço/Viana
do Castelo |
|
Luís Alberto Pinho Dupont |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos
Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica (STSS) |
Lisboa/Lisboa |
|
Maria Fernanda Moreira |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Presidente da Direcção
do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado,
Malas e Afins (SNPIC) |
Santa Maria da Feira/Aveiro |
|
Maria Filomena Correia |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Vice-Presidente da Direcção do Sindicato dos
Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro |
Lousã/Coimbra |
|
Maria José Correia Monteiro |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Lisboa |
|
Mário
André Oliveira Castro |
Membro
do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção
do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM) |
Santa
Cruz/Madeira |
|
Pedro Luís Furtado Martins |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Coordenador Regional dos Açores do Sindicato dos
Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e
Actividades Diversas (STAD) |
Ponta Delgada/Açores |
|
Rui Manuel de Melo Tomé |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Coordenador da Direcção do Sindicato dos
Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e
Actividades Diversas (STAD) |
Sintra/Lisboa |
|
Susana Maria
Silva Bastos |
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN Direcção do Sindicato
Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins
(SNPIC) |
Santa Maria da Feira/Aveiro |
|
Carlos João
Tomás |
Presidente da Direcção do Sindicato dos
Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Alta |
Seia/Guarda |
|
Maria de
Fátima Anjos Carvalho |
Presidente da
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do
Centro |
Coimbra/Coimbra |
|
Vivalda Silva |
Presidente da Mesa A. Geral do Sindicato dos
Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e
Actividades Diversas (STAD) |
Vila Franca de Xira/Lisboa |
|
Afonso
José Magalhães Pimentel |
Direcção
Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Vila
Real/Vila Real |
|
Aldina Ramos
Paixão Brito |
Sindicato dos
Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro |
Porto de
Mós/Leiria |
|
Alexandra
Lopes |
Sindicato
dos Funcionários Judiciais (SFJ) |
Espinho/Aveiro |
|
Amélia Fernandes |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Lisboa/Lisboa |
|
Ana Isabel
Gonçalves de Magalhães |
Direcção
do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde das Áreas de
Diagnóstico e Terapêutica (STSS) |
Faro/Faro |
|
Ana Lúcia
Caeiro Santos Rocha |
Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores
de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades
Diversas (STAD) |
Barreiro/Setúbal |
|
Ana Maria Dias
Ferreira Taveira |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Porto/Porto |
|
Ana Paula Moniz
Silva |
Dirigente da União Sindicatos de São Miguel e
Santa Maria Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores
de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades
Diversas (STAD) |
Ponta
Delgada/Açores |
|
Ana
Paula Rodrigues Fernandes |
Direcção
Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Valença/Viana
do Castelo |
|
Ana Sofia
Medeiros Mendes |
Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores
de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades
Diversas (STAD) |
Ponta
Delgada/Açores |
|
André Filipe de Sousa |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Matosinhos/Porto |
|
Andy Patrício Lima |
Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Ponta
Delgada/Açores |
|
Ângelo
Miguel Trindade da Silva |
Sindicato
de Hotelaria do Norte |
Matosinhos/Porto |
|
António
Francisco Marques Rocha |
Direcção do Sindical do Sindicato dos
Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e
Actividades Diversas (STAD) |
Barreiro/Setúbal |
|
António
Gonçalves Jorge |
Antigo dirigente do Sindicato Nacional dos
Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT) |
Viseu/Viseu |
|
António
José Morais Gonçalves |
Direcção
Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Santa
Marta de Penaguião/Vila Real |
|
António
Lopes Cabral |
Sindicato dos
Professores da Grande Lisboa (SPGL) |
Lisboa/Lisboa |
|
Armindo
Carvalho |
Sindicalista Ex-membro
da Comissão Executiva e Conselho Nacional da CGTP-IN |
Miranda
do Corvo/Coimbra |
|
Arturo López |
Sindicato
dos Médicos da Zona Centro (SMZC) |
Ovar/Aveiro |
|
Augusto Pascoal |
Presidente do Conselho Fiscal do Sindicato dos Professores da Grande
Lisboa (SPGL) Membro do Conselho de
Jurisdição da FENPROF Foi membro do
Conselho Nacional da CGTP-IN |
Montemor-o-Novo/Évora |
|
Bartolomeu
Ribeiro |
Direcção do Sindicato
Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins
(SNPIC) |
Espinho/Aveiro |
|
Branco
Viana |
Sindicalista Ex
Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN |
Viana
do Castelo/Viana do Castelo |
|
Bruno
Vilhena Pires |
Sindicato
dos Professores da Região Centro (SPRC) Presidente
da Federação Distrital de Aveiro da Juventude Socialista |
Estarreja/Aveiro |
|
Carlos
Fernando Costa Martins |
Coordenador
Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Mondim
de Basto/Vila Real |
|
Carlos
Manuel Santos |
Sindicato
dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) |
Matosinhos/Porto |
|
Carlos Sequeira |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Lisboa/Lisboa |
|
Célia
Martins |
Direcção
Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Valença/Viana
do Castelo |
|
Cláudia
Sofia Oliveira Almeida |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Lisboa/Lisboa |
|
Cláudio
Jorge Heitor Rebelo |
Delegado
Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e
Regional (STAL) |
Mêda/Guarda |
|
Constantino
José Batina Martins |
Sindicato
dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN) |
Guimarães/Braga |
|
Cristina
Isabel da Costa Cortês |
Sindicato dos
Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro |
Coimbra/Coimbra |
|
Cristina Maria
Santos Jorge |
Direcção do Sindicato
dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro |
Porto de
Mós/Leiria |
|
Damião Dias Marques |
Sindicato
dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário
do Centro |
Avelar/Leiria |
|
Dina Manuela
Quaresma |
Sindicato dos
Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro |
Porto de
Mós/Leiria |
|
Ednazalda Mateus |
Delegada do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Setúbal/Setúbal |
|
Eduardo
Nogueira Chagas |
Direcção
do Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da
Marinha Mercante (OFICIAISMAR) |
Sesimbra/Setúbal |
|
Evangelina
Costa Pina Tomás |
Direcção
Regional do Oeste do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) |
Alcobaça/Leiria |
|
Fernando
Pereira Barros |
Direcção
Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Vila
Nova de Cerveira/Viana do Castelo |
|
Filipe
Baltazar Fernandes |
Sindicato
Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) |
Caminha/Viana
do Castelo |
|
Francisco
Afonso Cid Carreteiro |
Membro
do Conselho Fiscal do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) |
Portalegre/Portalegre |
|
Francisco Cravo Dinis |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Sintra/Lisboa |
|
Francisco
Esteves Marcos |
Coordenador
Regional de Bragança do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração
Local e Regional (STAL) |
Miranda
do Douro/Bragança |
|
Francisco
Manuel Pereira Medeiros |
Direcção
do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) |
Loures/Lisboa |
|
Frederico
Pereira Martins |
Activista
Sindical |
Cascais/Lisboa |
|
Helena
Oliveira |
Sindicato
dos Funcionários Judiciais (SFJ) |
Coimbra/Coimbra |
|
Helena Paula Alexandre Pestana |
Direcção
do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM) |
São
Vicente/Madeira |
|
Isabel Maria Santos Duarte |
Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e
Vestuário do Centro |
Coimbra/Coimbra |
|
João Carvalho
Correia |
Activista
Sindical |
Lousã/Coimbra |
|
João
da Silva Azevedo Freitas |
Activista
Sindical |
Câmara
de Lobos/Madeira |
|
João
de Almeida Alves |
Presidente
da Juventude Socialista de Águeda Sindicato
dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP) |
Águeda/Aveiro |
|
João Maneta |
Activista Sindical |
Arraiolos/Évora |
|
João Paulo
Miranda Monteiro |
Activista
Sindical |
Vizela/Braga |
|
João Pedro
Melo |
Sindicato
dos Funcionários Judiciais (SFJ) |
Lousã/Coimbra |
|
Joaquim
Gonçalves Banha |
Ex-dirigente
do Sindicato Nacional dos Técnicos e Operários Metalúrgicos do Distrito de
Lisboa (Fundador da CGTP-IN) |
Coruche/Santarém |
|
Joel Pereira |
Direcção
do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM) |
Funchal/Madeira |
|
Jorge Barros |
Direcção do Sindicato
Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins
(SNPIC) |
Santa Maria da Feira/Aveiro |
|
José
Araújo Santos |
Coordenador Regional Porto do Sindicato dos
Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e
Actividades Diversas (STAD) |
Matosinhos/Porto |
|
José
Ferreira Machado |
Delegado do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Vila
Nova Famalicão/Braga |
|
Lúcia Maria de
Sousa Cordeiro |
SINTAP |
Ponta
Delgada/Açores |
|
Luís da Costa Ferreira |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis,
Lanifícios e Vestuário do Centro |
Coimbra/Coimbra |
|
Luís
Estevinho |
Dirigente
do Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e
Regional (STAL) |
Bragança/Bragança |
|
Luís Fernandes |
Activista Sindical |
Lisboa/Lisboa |
|
Luís
Filipe Correia |
Delegado
Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e
Regional (STAL) |
Valença/Viana
do Castelo |
|
Luís
Pinto Vasques |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Matosinhos/Porto |
|
Luísa
Gonçalves Teixeira Barbosa |
Sindicato dos
Professores da Grande Lisboa (SPGL) |
Santarém/Santarém |
|
Madalena
Gomes de Sá |
Activista
Sindical |
Vila
do Conde/Porto |
|
Madalena
Machado |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Coimbra/Coimbra |
|
Manuel
Alexandre Góis Marques |
Sindicato
dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN) |
Matosinhos/Porto |
|
Manuel Jorge Leite
Ferreira |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Porto/Porto |
|
Manuel Lopes |
Sindicato Nacional dos
Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC) |
Santa Maria da Feira/Aveiro |
|
Manuel Pinto
da Silva |
Sindicato
Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário (SNTSF) |
Vouzela/Viseu |
|
Marco Paulo Teixeira Sousa |
Direcção
do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM) |
Santa
Cruz/Madeira |
|
Maria Arlete Figueira Silva |
Direcção
do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM) |
Câmara
de Lobos/Madeira |
|
Maria
da Conceição Sobral |
Direcção
Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Vila
Nova de Cerveira/Viana do Castelo |
|
Maria
da Graça Silva |
Direcção
Regional de Ponta Delgada do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Ponta
Delgada/Açores |
|
Maria de Fátima H. Alvoeiro |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis,
Lanifícios e Vestuário do Centro |
Arganil/Coimbra |
|
Maria Donzília Ribeiro
Antunes |
Coordenadora Regional Setúbal do Sindicato dos
Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e
Actividades Diversas (STAD) |
Setúbal/Setúbal |
|
Maria Isabel Pinto Ferreira |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis,
Lanifícios e Vestuário do Centro |
Arganil/Coimbra |
|
Mário Luís de
Oliveira |
Delegado Sindical do Sindicato dos Trabalhadores
de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades
Diversas (STAD) |
Ponta
Delgada/Açores |
|
Nelson
dos Santos Bento |
Sindicato
Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) |
Sesimbra/Setúbal |
|
Nuno
Duarte Joaquim |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de
Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas
(STAD) |
Lisboa/Lisboa |
|
Paulo
Arsénio |
Dirigente do Sindicato
dos Professores da Grande Lisboa (SPGL) |
Loures/Lisboa |
|
Paulo
João |
Dirigente
do Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e
Regional (STAL) |
Miranda
do Douro/Bragança |
|
Prazeres Ferreira Coelho |
Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis,
Lanifícios e Vestuário do Centro |
Porto de Mós/Leiria |
|
Rafael Rodrigues Da Silva |
Direcção do Sindicato
Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins
(SNPIC) |
Santa Maria da Feira/Aveiro |
|
Ramiro
da Fonseca Mendes |
Direção Distrital da Inter-Reformados de Coimbra - USC/CGTP-IN |
Coimbra/Coimbra |
|
Renata Correia
Botelho |
Psicóloga, activista sindical |
Ponta
Delgada/Açores |
|
Rui
Monteiro Ribeiro |
Direcção
Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da
Administração Local e Regional (STAL) |
Melgaço/Viana
do Castelo |
|
Rui
Pedro Pereira |
Sindicato
Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) Vereador
da Câmara Municipal do Barreiro |
Barreiro/Setúbal |
|
Sofia Maria
Araújo de Canha |
Sindicato
dos Professores da Madeira (SPM) Vice-Presidente
das Mulheres Socialistas da Madeira |
Calheta/Madeira |
|
Susana Gomes |
Direcção do Sindicato
Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins
(SNPIC) |
Santa Maria da Feira/Aveiro |
|
Suzi
Marlene Rodrigues Dias |
Conselho
Nacional de Coordenação da CSS da CGTP-IN |
Ovar/Aveiro |
|
Teresa Maria de
Sousa Paiva |
Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores
de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades
Diversas (STAD) |
Ponta
Delgada/Açores |
|
Victor
Bartolomeu Rodrigues |
Dirigente
do Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e
Regional (STAL) |
Miranda
do Douro/Bragança |
|
Victor João
Bartolomeu Rodrigues |
Delegado
do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional
(STAL) |
Bragança/Bragança |
|
Victor
Manuel Teixeira da Cunha |
Delegado
Sindical do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços
do Minho (CESMINHO) |
Vizela/Braga |

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