30 novembro 2025
João Pedro Meira apela a todos para que participem na Greve Geral: o que está em causa é uma alteração de valores e princípios
Porfírio Silva dá o seu apoio à Greve Geral de 11 Dezembro: o trabalho não é uma mera mercadoria.
Porfírio Silva é deputado do Partido Socialista e filósofo, com doutoramento em Epistemologia e Filosofia da Ciência. Combina uma forte atividade intelectual com intervenção política nas áreas da educação, ciência e cultura. É Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS e diretor da revista Portugal Socialista. Ao longo do seu percurso, tem destacado a importância do conhecimento, da democracia e das políticas públicas para reduzir desigualdades e promover uma sociedade mais justa.
29 novembro 2025
A Flávia Pimenta do PS de Vila Franca de Xira deixa-nos uma mensagem de esperança por um Portugal melhor
Flávia Pimenta é Secretária coordenadora da Secção do Partido Socialista de Vila Franca de Xira e Deputada Municipal em Vila Franca de Xira.
Mensagem, sobre a Greve Geral, de Fernando Gomes e Marco Oliveira aos trabalhadores do distrito de Portalegre
Marco Oliveira da Tendência Sindical Socialista da UGT (TSS da UGT) e Fernando Gomes da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN (CSS da CGTP-IN) fazem um apelo aos trabalhadores do distrito de Portalegre, tanto do sector privado como público, para participarem na Greve Geral de 11 de Dezembro de 2025.
28 novembro 2025
Nada justifica este pacote laboral, diz-nos Henrique Sousa, dirigente da PRÁXIS
As razões erradas do pacote laboral apresentadas por Tiago Barbosa Ribeiro
Tiago Barbosa Ribeiro é deputado do Partido Socialista e Presidente da Comissão Parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão. Presidente do PS Porto, foi também autarca na cidade. É um dos rostos mais activos na defesa dos direitos laborais, da contratação colectiva, da habitação e do Estado Social. Uma voz firme contra a precariedade e pelos direitos dos trabalhadores.
27 novembro 2025
DIA 11 DE DEZEMBRO DE 2025. TODOS JUNTOS NA GREVE GERAL (Ação Socialista n.º 1837 de 04.12.2025)
As razões de Nelson Bento para fazermos a Greve Geral
O apelo de Rui Tomé para a greve geral
O apelo de Rui Tomé para a greve geral. Rui Tomé é o Coordenador Nacional do STAD e membro do Conselho Nacional da CGTP-IN. Faz parte do Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN.
26 novembro 2025
Arturo López e a Greve Geral de 11 de Dezembro de 2025
Arturo López é médico, membro do Conselho Nacional de Coordenação da CSS da CGTP-IN e do Sindicato dos Médicos da Zona Centro.
Ulisses Garrido, dirigente da Práxis, deixa-nos o seu testemunho sobre a Greve Geral
25 novembro 2025
O testemunho sobre a Greve Geral de António Valadas da Silva
O testemunho de António Valadas da Silva, mostra-nos as razões para a participação na Greve Geral de 11 de Dezembro de 2025.
António Valadas da Silva é ex-dirigente do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
Os contributos dos Sindicalistas Socialistas e Independentes da CGTP-IN para a Greve Geral
Fernando Gomes, Secretário-Geral da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, apresenta os objetivos e iniciativas preparatórias da greve geral marcada para 11 de Dezembro de 2025. No vídeo, destaca o trabalho de divulgação, os testemunhos previstos e o apelo conjunto da CGTP e da UGT à participação de todos os trabalhadores.
30 outubro 2025
Mulheres Socialistas e Juventude Socialista: novos desafios, os mesmos compromissos (Ação Socialista n.º 1813 de 30.10.2025)
A propósito das
reuniões que, nos últimos dias, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN
realizou com as Mulheres Socialistas e a Juventude Socialista, entendemos que
se colocam a estas duas organizações desafios simultaneamente políticos,
sociais e civilizacionais.
Desafios que exigem uma resposta firme, coerente e articulada, à altura dos valores que inspiram o socialismo democrático e que as Mulheres Socialistas e a Juventude Socialista têm presente há muitos anos: igualdade, liberdade, solidariedade e justiça social.
1. As mulheres na linha
da frente da igualdade e da democracia
A luta das mulheres
trabalhadoras tem sido um dos pilares da transformação social em Portugal.
A sua participação nas
empresas, nos sindicatos, na política e nas instituições públicas contribuiu
decisivamente para o progresso do país desde o 25 de Abril.
No entanto, persistem
desigualdades: salariais, profissionais e, sobretudo, estruturais.
O novo contexto
laboral, com a intensificação da precariedade e a dificuldade em conciliar a
vida profissional e familiar, volta a colocar as mulheres sob enorme pressão.
São elas as primeiras vítimas de horários desregulados, de vínculos precários e
da insuficiência de apoios à maternidade e à infância.
É por isso que as Mulheres
Socialistas – Igualdade e Direitos, lideradas por Elza Pais,
assumem, em nosso entender, um papel decisivo.
A sua intervenção
continuará certamente a exigir a plena aplicação da Agenda do Trabalho Digno,
a combater os retrocessos que o Governo da AD (PSD/CDS) quer impor e a reforçar
a participação das mulheres nos sindicatos, nas empresas e nos órgãos de
decisão.
O desafio que lançamos
é claro: integrar os sindicatos, reforçar o sindicalismo que reivindica
salário igual para trabalho igual, horários compatíveis com a vida familiar e
políticas públicas que libertem as mulheres das desigualdades que ainda as
aprisionam.
2. A Juventude
Socialista perante a precariedade
A Juventude
Socialista, dirigida por Sofia Pereira, enfrenta talvez a missão
mais difícil da sua história recente: mobilizar uma geração que trabalha mais,
ganha menos e vive com menos segurança e esperança do que os seus pais.
O pacote laboral “Trabalho
XXI”, apoiado pela direita e pela extrema-direita, é uma verdadeira ameaça
para os jovens: legaliza novas formas de precariedade, fragiliza a contratação
colectiva e reduz o poder dos sindicatos.
A resposta tem de vir
também da juventude.
É essencial que os
jovens socialistas que entram no mercado de trabalho se sindicalizem,
participem nos sindicatos e assumam funções de direcção, tornando-se a nova
geração de delegados e dirigentes sindicais, no nosso caso, no seio do
movimento sindical associado à CGTP-IN.
O futuro do
sindicalismo e da democracia também depende da sua participação.
O combate à
precariedade e à exploração passa por transformar a indignação em acção, por
fazer da intervenção sindical um espaço de esperança, coragem e mobilização.
3. Alianças para um
novo ciclo de progresso social
As recentes reuniões
entre a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, as Mulheres
Socialistas e a Juventude Socialista mostraram que há terreno fértil
para a cooperação.
Há um combate comum:
o da defesa do Estado Social, da habitação, do ambiente, do trabalho digno, da
igualdade e da paz.
E há um propósito
comum: garantir que os valores de Abril continuam a orientar o futuro,
resistindo ao avanço do individualismo, da extrema-direita e da indiferença
social.
A acção convergente
entre as mulheres socialistas, a juventude socialista e os sindicalistas
socialistas é mais do que uma necessidade conjuntural — é uma exigência de
coerência histórica.
A nossa luta é pela
igualdade que emancipa, pela solidariedade que une e pela esperança que
transforma.
É este o caminho que
devemos percorrer juntos — no trabalho, nos sindicatos e na sociedade.
Ação Socialista:

