07 março 2024

SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN APOIAM O PARTIDO SOCIALISTA

MANIFESTO DE APOIO AO PARTIDO SOCIALISTA DOS SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN

 

O MUNDO DO TRABALHO POR UM PORTUGAL INTEIRO!

No próximo dia 10 de Março realizam-se eleições para a Assembleia da República.

Os trabalhadores e as trabalhadoras, após oito anos de governação do Partido Socialista, e de António Costa como primeiro-ministro, reconhecem que, apesar da pandemia, de uma escalada inflacionista como consequência da invasão da Ucrânia pela Rússia, e dos problemas que resultam das alterações climáticas, o Governo do PS deu resposta a uma grande parte dos problemas do país, relançou a economia, apoiou as famílias e as empresas, tomou medidas importantes quanto aos direitos sociais e laborais, imprimiu um forte crescimento dos rendimentos (salários e pensões) das classes populares e diminuiu o défice, bem como a dívida pública.

A decisão sobre a demissão do Governo e a dissolução da Assembleia da República, irresponsavelmente tomada pelo presidente da República, que interrompeu uma legislatura com uma maioria absoluta na Assembleia da República, precipitou o país para umas eleições legislativas antecipadas desnecessárias e das quais pode resultar uma situação de forte instabilidade política.

Neste novo ciclo que se abriu com a eleição de Pedro Nuno Santos como secretário-geral do PS e candidato a primeiro-ministro, enquanto sindicalistas socialistas e independentes, reafirmamos:

·         O APOIO ao Partido Socialista e a Pedro Nuno Santos, expressando a nossa vontade de que venha, após as eleições, a ser designado primeiro-ministro de Portugal;

·         ACREDITAMOS que, na próxima legislatura, se manterá a trajectória de crescimento económico, com uma maior distribuição da riqueza, com consequências positivas no aumento das pensões, do salário mínimo nacional e nos salários médios praticados na administração pública e no sector privado;

·         DESEJAMOS que, em Portugal, se continue a efectivar políticas públicas de crescimento económico e de progresso social, factores fundamentais para que exista o necessário desenvolvimento sustentado;

·         CONFIAMOS que o futuro governo do Partido Socialista continuará a realizar políticas públicas que respeitem a dignidade do trabalho, a evolução dos direitos laborais, o diálogo social, a negociação e a contratação colectivas, o livre exercício da actividade sindical nas empresas e serviços, privados e públicos, a acção inspectiva eficaz e uma justiça no trabalho célere e acessível, rapidamente tomando decisões e ultrapassando atrasos;

·         ESPERAMOS que, implementando o projecto de um Portugal Inteiro, as graves assimetrias sociais e regionais que ainda persistem na sociedade portuguesa sejam solucionadas – e somente um governo do Partido Socialista o pode concretizar;

·         ENTENDEMOS que a União Europeia necessita urgentemente de um novo e forte impulso progressista, que afaste as políticas conservadoras e neoliberais predominantes nos últimos anos e combata decisivamente a extrema-direita populista – e apenas o Partido Socialista assegura a concretização deste objectivo;

·         ALERTAMOS para os riscos da época em que vivemos, concretamente, a guerra na Ucrânia e na Palestina que, além do imenso sofrimento e da terrível destruição que provocam, exigem firmes acções de solidariedade para com os povos agredidos e trazem problemas imensos para o equilíbrio geopolítico internacional, que urge solucionar – e apenas um governo do Partido Socialista garante que tal sucederá, como já aconteceu durante o período da pandemia;

·         COMPREENDEMOS os perigos e obstáculos políticos, de carácter reaccionário, corporizados por projectos de direita e extrema-direita (AD, IL e Chega), que se têm reforçado a nível nacional, europeu e internacional, sendo necessário consolidar e fazer avançar o que já foi realizado – e unicamente o Partido Socialista assegura esta consolidação e este avanço;

·         SABEMOS que somente Pedro Nuno Santos, secretário-geral do Partido Socialista, tem as características pessoais para exercer o cargo de primeiro-ministro, enquanto político progressista, sério e corajoso, com experiência governativa, com obra na ferrovia, com a integração da EMEF na CP, que salvou a TAP da falência e milhares de trabalhadores/as do desemprego, e tem condições para enfrentar, com êxito, os enormes desafios que se colocam actualmente a Portugal e aos portugueses.

Assim, por estas razões, certa de que interpreta os sentimentos da larga maioria dos/as trabalhadores/as, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, na qual convergem sindicalistas socialistas e independentes, apela:

1)      A TOD@S OS TRABALHADORES, DELEGADOS E DIRIGENTES SINDICAIS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN PARA QUE SE EMPENHEM, ENQUANTO CIDADÃOS, NESTA CAMPANHA ELEITORAL, APOIANDO O PARTIDO SOCIALISTA E PEDRO NUNO SANTOS;

 

2)      A TODOS OS CIDADÃOS, EM ESPECIAL, AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS, QUE EXERÇAM O SEU DIREITO DE VOTO NO PARTIDO SOCIALISTA, PORQUE SÓ UM GOVERNO DO PS LIDERADO POR PEDRO NUNO SANTOS PODE GARANTIR A DEFESA DO ESTADO SOCIAL: E A MELHORIA DOS RENDIMENTOS.

OS SINDICALISTAS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN MANIFESTAM CONVICTAMENTE TODO O SEU APOIO AO PARTIDO SOCIALISTA


É PRECISO VOTAR NO PARTIDO SOCIALISTA, POR UM PORTUGAL INTEIRO

 

O MUNDO DO TRABALHO VAI VOTAR NO PS!

  

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

Março de 2024

 Este manifesto foi subscrito por 129 activistas e sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN.

Encontre a lista em https://corrente-css.blogspot.com


 

NOME

ORGANIZAÇÃO SINDICAL E FUNÇÕES

DISTRITO/REGIÃO

 

Fernando Gomes

Membro do Secretariado do Conselho Nacional da CGTP-IN

Coordenador da Comissão Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas

Direcção do Sindicato Hotelaria do Sul

Secretário-Geral da CSS da CGTP-IN

Marvão/Portalegre

Alexandra Isabela C. Costa

Conselho Nacional da CGTP-IN

Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde (STSS)

Porto

António Marçal

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Lousã/Coimbra

Carla Isabel Braga Pinheiro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Carlos Manuel Alves Trindade

Representante da CGTP-IN no Comité Económico e Social Europeu (CESE)

Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Setúbal

Elisabete Sousa Gonçalves

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Vestuário, Confecção e Têxtil da Região Norte

Braga

Hugo Sá da Bandeira Wever

Conselho Nacional da CGTP-IN

Conselho Nacional da FENPROF

Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Odivelas/Lisboa

João Paulo Silva

Conselho Nacional da CGTP-IN

Professor, Coordenador do Sindicato dos Professores do Norte (SPN)

Vila Nova Gaia/Porto

José Ribeiro Moura

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA)

Setúbal

Juan Carvalho Ascenção

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Júlia Bogas Coelho

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção Regional da Guarda do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Guarda

Júlia Maria Lourenço Ladeiro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Leiria

Ludovina de Sousa

Conselho Nacional da CGTP-IN

Coordenadora Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Melgaço/Viana do Castelo

Luís Alberto Pinho Dupont

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde (STSS)

Lisboa

Maria Fernanda Moreira

Conselho Nacional da CGTP-IN

Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Maria Filomena Correia

Conselho Nacional da CGTP-IN

Vice-Presidente da Direcção Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Lousã/Coimbra

Maria José Correia Monteiro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Mário André Oliveira Castro

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Pedro Luís Furtado Martins

Conselho Nacional da CGTP-IN

Coordenador Regional dos Açores do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Rui Manuel de Melo Tomé

Conselho Nacional da CGTP-IN

Vice-Coordenador da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

 

Lisboa

Susana Maria Silva Bastos

Conselho Nacional da CGTP-IN

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Carlos João Tomás

Presidente da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Alta

Seia/Guarda

Maria de Fátima Carvalho

Presidente da Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Vivalda Rodrigues Henriques Silva

Coordenadora Nacional do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Afonso José Magalhães Pimentel

Direcção Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Real

Alberto Reino Gomes

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Caminha/Viana do Castelo

Aldina Ramos Brito

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Mira de Aire/Leiria

Alexandra Lopes

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Espinho/Aveiro

Ana Cristina Alves Cerqueira

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Ana Luísa de Gouveia Maciel

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Ana Maria Dias Ferreira Taveira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Ana Paula Cordeiro Santos

Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP)

Porto

Ana Paula Moniz Silva

Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

 

Açores

Ana Paula Rodrigues Fernandes

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

 

Valença/Viana do Castelo

Ana Sofia Medeiros Mendes

Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Andy Patrício Lima

Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Ângelo Miguel Trindade da Silva

Sindicato de Hotelaria do Norte

Matosinhos/Porto

António Gonçalves Jorge

Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT)

Viseu

António J. C. Lopes Cabral

Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Lisboa

António José Morais Gonçalves

Direcção Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Real

António Matos da Silva

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga

António Venda Lopes

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Matosinhos/Porto

Armindo Carvalho

Coordenador Regional Coimbra do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Coimbra

Artur Paulo Gomes

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Arcos de Valdevez/Viana do Castelo

Augusto Pascoal

Presidente do Conselho Fiscal do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Membro do Conselho de Jurisdição da FENPROF

Vice-Presidente da Direção Nacional da ASSP - Associação de Solidariedade Social dos Professores

Évora

Bartolomeu Ribeiro

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Carla Salomé Pinto

Direcção do Sindicato dos Professores do Norte (SPN)

Santa Maria da Feira/Aveiro

Carlos Alberto Pereira Amado

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Braga

Carlos Fernando Costa Martins

Coordenador Regional de Vila Real do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Real

Carlos Manuel Santos

Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP)

Matosinhos/Porto

Carlos Pereira Ferreira

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Arcos de Valdevez/Viana do Castelo

Célia Martins

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Cristina Esteves Cerqueira

Activista/ Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Cristina Isabel Cortez

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Damião Dias Marques

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Avelar/Leiria

Dina Manuela Quaresma

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Mira de Aire/Leiria

Eduardo José Castro Vieira

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Melgaço/Viana do Castelo

Eduardo Nogueira Chagas

Direcção do Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante (OFICIAISMAR)

Lisboa

Elsa Bateira Jesus

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Matosinhos/Porto

Evangelina Costa Pina Tomás

Direcção Regional do Oeste do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Caldas da Rainha/Lisboa

Fernando Jorge Fernandes

Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Almada/Setúbal

Fernando Pereira Barros

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

 

Valença/Viana do Castelo

Fernando Zorro

Vice-Presidente da Direcção do Sindicato Nacional dos Técnicos Superiores de Saúde (STSS)

 

Lisboa

Francisco Cravo Dinis

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Francisco Esteves Marcos

Coordenador Regional de Bragança do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Bragança

Francisco Medeiros

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Lisboa

Helena Oliveira

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Coimbra

Helena Paula Alexandre Pestana

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Isabel Costa

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Isabel Maria Santos Duarte

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Ismael Fernando Paredes Lourenço

Comissão Trabalhadores do Grupo Pestana Pousadas

Sindicato da Hotelaria do Algarve

Faro

João Daniel Carrajola

Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante (OFICIAISMAR)

Setúbal

João Maneta

Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações (SNTCT)

Arraiolos/Évora

João Paulo dos Santos Marques

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Amadora/Lisboa

João Pedro da Silva Teixeira

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Santiago do Cacém/Setúbal

Joel Pereira

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Jorge Barros

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

José António Martins Costa

Activista/ Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

José Araújo Santos

Coordenador Regional Porto do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

José Joaquim Letras Pinheiro

Sindicato Professores da Zona Sul (SPZS)

Portalegre

José Machado Ferreira

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga

José Manuel Teixeira

Sindicato Transportes Rodoviários Urbanos Norte (STRUN)

Porto

José Torres

Direcção do Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ)

Braga

Lúcia Maria de Sousa Cordeiro

Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores (STFPSA)

Açores

Luís Alexandre D. C. M. Alves

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Portimão/Faro

Luis da Costa Ferreira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Luís Filipe Correia

Delegado Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Valença/Viana do Castelo

Luís Francisco Fontes Amaro

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Alta

Seia/Guarda

Luis Pedro Saldanha Miranda

Direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Lisboa

Luís Pinto Vasques

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Matosinhos/Porto

Luísa Gonçalves Teixeira Barbosa

Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

Santarém

Manuel Alexandre Góis Marques

Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Matosinhos/Porto

Manuel J. M. da Silva César

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Manuel Jorge Leite Ferreira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Porto

Manuel Lopes

Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Marco Paulo Teixeira Sousa

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Maria Arlete Figueira Silva

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM)

Madeira

Maria Conceição Braga

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Vila Nova Gaia/Porto

Maria da Conceição A. S. Neves

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga

Maria da Conceição Paquete

Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte (STFPSN)

Matosinhos/Porto

Maria da Conceição Rodrigues

Direcção do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Castelo Branco

Maria da Conceição Sobral

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Vila Nova de Cerveira/Viana do Castelo

Maria da Graça Silva

Direcção Regional de Ponta Delgada do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Ponta Delgada/Açores

Maria de Fátima H. Alvoeiro

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Arganil/Coimbra

Maria Donzília Ribeiro Antunes

Coordenadora Regional Setúbal do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Setúbal

Maria Isabel Pinto Ferreira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Arganil/Coimbra

Maria João Carriço

Dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Maria José Monteiro

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Matosinhos/Porto

Maria Manuela Nunes Oliveira

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Aveiro

Mário Luis de Oliveira

Delegado Sindical do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

 

Açores

Marlene Oliveira

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Porto

Nuno Conceição

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Nuno Joaquim

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Lisboa

Olívia Maria Ribeiro

Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Paulo João

Delegado Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Miranda do Douro/Bragança

Paulo Manuel Carrajola

Direcção do Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante (OFICIAISMAR)

Setúbal

Prazeres Ferreira Coelho

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Mira de Aire/Leiria

Rafael Rodrigues Da Silva

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Ramiro da Fonseca Mendes

Membro do Conselho Distrital da Inter-Reformados da USC/CGTP-IN

Coimbra

Rui Monteiro Ribeiro

Direcção Regional de Viana do Castelo do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Melgaço/Viana do Castelo

Rui Pedro Pereira

Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Barreiro/Setúbal

Sónia Neto Pinto

Direcção do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Coimbra

Susana Gomes

Direcção do Sindicato Nacional dos Profissionais da Indústria e Comercio do Calçado, Malas e Afins (SNPIC)

Aveiro

Teresa Maria de Sousa Paiva

Delegada Sindical do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Açores

Teresa Trindade da Silva

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Matosinhos/Porto

Valentim Lopes Carvalho

Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios e Vestuário do Centro

Pombal/Leiria

Vasco Lopes da Silva

Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP)

Santiago do Cacém/Setúbal

Victor Bartolomeu Rodrigues

Delegado Sindical do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL)

Miranda do Douro/Bragança

Vítor Manuel da Silva Neves

Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas (STAD)

Vila Nova Famalicão/Braga


06 março 2024

CGTP-IN: Comissão Executiva amputada não representa a realidade do mundo do trabalho

A Comissão Executiva da CGTP-IN, eleita no XV Congresso, reuniu a 04 de Março, pela primeira vez, amputada da ampla representação do mundo do trabalho.

Esta é uma Comissão Executiva que não representa a pluralidade que existe no mundo do trabalho. Efectivamente, porque, ao não incluir na sua composição sindicalistas de todas as correntes de opinião político-ideológicas das esquerdas que existem, coexistem e intervêm nos locais de trabalho, em particular, os sindicalistas socialistas, a actual composição da Comissão Executiva está amputada da realidade político-ideológica e sindical vivida pelos trabalhadores e trabalhadoras.

Recordamos que desde o Congresso de Todos os Sindicatos, em Janeiro de 1977, os sindicalistas socialistas da CGTP-IN sempre participaram activamente na Comissão Executiva da CGTP-IN, tendo contribuído decisivamente para a sua acção, apoio indefectível da classe trabalhadora e reconhecimento público.

Recordamos também que, ao longo da história da CGTP-IN, sempre houve diferenças e divergências entre as diversas correntes de opinião político-ideológicas, designadamente sobre os conteúdos programáticos e os equilíbrios entre as várias correntes, aquando da composição dos órgãos dirigentes, com destaque para a Comissão Executiva.

Estes equilíbrios político-ideológicos nos órgãos são absolutamente necessários e sempre existiram desde 1977, repetimos, porque, no mundo do trabalho, há diversidade e pluralismo ideológico entre os trabalhadores e as trabalhadoras.

Esta realidade é expressa na Confederação, na qual coabitam dialecticamente, nos órgãos sindicais, sindicalistas das correntes de opinião político-ideológicas do PCP, PS, BASE-FUT, BE, católicos progressistas e independentes, apesar de a corrente de opinião político-ideológica do BE nunca ter participado na Comissão Executiva.

É preciso referir que a corrente de opinião político-ideológica mais bem organizada e, por esse motivo, maioritária ao nível dos dirigentes, é a Corrente Sindical do PCP, não tendo nos locais de trabalho a mesma representatividade nos trabalhadores e trabalhadoras. Apesar deste facto, ninguém coloca em causa os equilíbrios entre a maioria e as diversas minorias.

No entanto, assistimos nos últimos anos a uma tentativa de diminuir a influência das correntes de opinião político-ideológicas minoritárias, situação que a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, através dos seus sindicalistas, tem combatido e denunciado.

A estratégia dos sindicalistas socialistas é clara. Reforçar o projecto de unidade e democracia da CGTP-IN.

Por esta razão, entendemos, sem colocar em causa os equilíbrios entre a maioria e as diversas minorias, que, porém, dentro das minorias, o reforço dos sindicalistas socialistas e a participação de outra corrente de opinião político-ideológica das Esquerdas reforçará a CGTP-IN no mundo do trabalho e aumentará o seu prestígio na sociedade.

Surpreendentemente, a Corrente de Opinião Político-Ideológica do PCP opôs-se tenazmente a esta estratégia de alargamento e fortalecimento da CGTP-IN – o que obrigou os sindicalistas socialistas a reagirem, tendo concluído pela sua recusa em participar na própria Comissão Executiva. Contudo, sabemos de consciência político-sindical assumida e de experiência feita que, como sindicalistas da CGTP-IN, temos o dever de solucionar esta situação – por esta razão, continuamos a manifestar a nossa total disponibilidade para resolver este problema por forma a que a CGTP-IN saia deste processo mais coesa e forte, para combater os projectos reaccionários da direita e extrema-direita, corporizados por PSD, IL e Chega.

Neste momento histórico do sindicalismo em Portugal e de forma especial no âmbito da CGTP-IN, são estas posições que melhor defendem os interesses da classe trabalhadora e da população em geral.

Estas posições são as que protegem a CGTP-IN, enquanto maior organização, em Portugal, de defesa dos trabalhadores e trabalhadoras, pois uma CGTP-IN enfraquecida só serve o grande capital.

Defendemos uma CGTP-IN capaz de defender os interesses da classe trabalhadora plural, assente nos seus princípios de Unidade, Democracia, Independência, Solidariedade e Sindicalismo de Massas.

São estes os princípios e objectivos que continuaremos a defender em todos os espaços de intervenção em que os sindicalistas socialistas e independentes desempenham a sua acção sindical no mundo do trabalho: desde os locais de trabalho até à Confederação, passando pelos sindicatos, uniões e federações.

Lisboa, 06 de Março de 2024

O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN

05 março 2024

Intervenção de Fernando Gomes no encontro do mundo do trabalho com Pedro Nuno Santos

O MUNDO DO TRABALHO POR UM PORTUGAL INTEIRO!

Os trabalhadores e as trabalhadoras, após oito anos de governação do Partido Socialista, e de António Costa como primeiro-ministro, reconhecem que, apesar da pandemia, de uma escalada inflacionista como consequência da invasão da Ucrânia pela Rússia, e dos problemas que resultam das alterações climáticas, o Governo do PS deu resposta a uma grande parte dos problemas do país, relançou a economia, apoiou as famílias e as empresas, tomou medidas importantes quanto aos direitos sociais e laborais, imprimiu um forte crescimento dos rendimentos (salários e pensões), com o SMN a valorizar 62% e os salários médios a subirem em média mais 350€, conseguindo ao mesmo tempo diminuir o défice, bem como a dívida pública.

Apesar de haver áreas da governação em que o diálogo ficou aquém do necessário, é com o Partido Socialista e os seus governos que os sindicatos estabelecem relações de diálogo que levam à conquista de direitos para a classe trabalhadora e para outras camadas da população, como os pensionistas.

Pela primeira vez nos últimos anos, uma alteração ao código do trabalho, através da Agenda do Trabalho Digno, não significou um retrocesso nos direitos dos trabalhadores, e este facto é significativo e exemplar de que tipo de governo os trabalhadores e trabalhadoras precisam.

É neste cenário que a decisão sobre a demissão do Governo e a dissolução da Assembleia da República, irresponsavelmente tomada pelo presidente da República, interrompendo uma legislatura com uma maioria absoluta na Assembleia da República, precipitou o país para umas eleições legislativas antecipadas desnecessárias e das quais pode resultar uma situação de forte instabilidade política.

Neste novo ciclo que se abriu com a eleição de Pedro Nuno Santos como secretário-geral do PS, enquanto sindicalistas socialistas e independentes da CGTP-IN, reafirmamos:

·        O APOIO ao Partido Socialista e a Pedro Nuno Santos, expressando a nossa vontade de que venha, após as eleições, a ser designado primeiro-ministro de Portugal;

·        ACREDITAMOS que, na próxima legislatura, se manterá a trajectória de crescimento económico, com uma maior distribuição da riqueza, com consequências positivas no aumento das pensões, do salário mínimo nacional e nos salários médios praticados na administração pública e no sector privado;

·        DESEJAMOS que, em Portugal, se continue a efectivar políticas públicas de crescimento económico e de progresso social, factores fundamentais para que exista o necessário desenvolvimento sustentado;

·        CONFIAMOS que o futuro governo do Partido Socialista continuará a realizar políticas públicas que respeitem a dignidade do trabalho, a evolução dos direitos laborais, o diálogo social, a negociação e a contratação colectivas, o livre exercício da actividade sindical nas empresas e serviços, privados e públicos, uma acção inspectiva eficaz e uma justiça no trabalho célere e acessível;

·        ESPERAMOS que, implementando o projecto de um Portugal Inteiro, as graves assimetrias sociais e regionais que ainda persistem na sociedade portuguesa sejam solucionadas – e somente um governo do Partido Socialista o pode concretizar;

·        ENTENDEMOS que a União Europeia necessita urgentemente de um novo e forte impulso progressista, que afaste as políticas conservadoras e neoliberais predominantes nos últimos anos e combata decisivamente a extrema-direita populista – e apenas o Partido Socialista assegura a concretização deste objectivo;

·        ALERTAMOS para os riscos da época em que vivemos, concretamente, a guerra na Ucrânia e na Palestina que, além do imenso sofrimento e da terrível destruição que provocam, exigem firmes acções de solidariedade para com os povos agredidos e trazem problemas imensos para o equilíbrio geopolítico internacional, que urge solucionar – e apenas um governo do Partido Socialista garante que tal sucederá, como já aconteceu durante o período da pandemia;

·        COMPREENDEMOS os perigos e obstáculos políticos, de carácter reaccionário, corporizados por projectos de direita e extrema-direita (AD, IL e Chega), que se têm reforçado a nível nacional, europeu e internacional, sendo necessário consolidar e fazer avançar o que já foi realizado – e unicamente o Partido Socialista assegura esta consolidação e este avanço;

·        SABEMOS que somente Pedro Nuno Santos, secretário-geral do Partido Socialista, tem as características pessoais para exercer o cargo de primeiro-ministro, enquanto político progressista, sério e corajoso, com experiência governativa, com obra na ferrovia, com a integração da EMEF na CP, que salvou a TAP da falência e milhares de trabalhadores/as do desemprego, e tem condições para enfrentar, com êxito, os enormes desafios que se colocam actualmente a quem vive e trabalha em Portugal.

Assim, por estas razões, certa de que interpreta os sentimentos da larga maioria dos/as trabalhadores/as, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, na qual convergem sindicalistas socialistas e independentes, apela:

1)     A TOD@S OS TRABALHADORES, DELEGADOS E DIRIGENTES SINDICAIS SOCIALISTAS E INDEPENDENTES DA CGTP-IN PARA QUE SE EMPENHEM, ENQUANTO CIDADÃOS, NESTA CAMPANHA ELEITORAL, APOIANDO O PARTIDO SOCIALISTA E PEDRO NUNO SANTOS;

2)     A TODOS OS CIDADÃOS, EM ESPECIAL, AOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS, QUE EXERÇAM O SEU DIREITO DE VOTO NO PARTIDO SOCIALISTA, PORQUE SÓ UM GOVERNO DO PS LIDERADO POR PEDRO NUNO SANTOS PODE GARANTIR A DEFESA DO ESTADO SOCIAL: E A MELHORIA DOS SEUS RENDIMENTOS.

Viva o Partido Socialista!

Viva Portugal!


14 fevereiro 2024

Aos partidos, o que é da política, à CGTP-IN, o que é do sindicalismo

Posição sobre o Guião para Plenário de Trabalhadores

 

A divulgação do “Guião para Plenário de Trabalhadores” merece a seguinte análise por parte dos membros dos órgãos de Direcção da CGTP-IN, abaixo assinados, sindicalistas socialistas e independentes que exercem a sua acção sindical no âmbito da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN e membros da Comissão Executiva e Conselho Nacional. Esta análise é feita segundo três dimensões:

1)     A legitimidade e conteúdo;

2)      A questão política;

3)     A questão sindical.


1)      Sobre a legitimidade e conteúdo:

A elaboração de um “Guião para Plenário de Trabalhadores” não está em causa. Foi produzido pelo Departamento de Acção Reivindicativa, da mesma forma que outros departamentos emitem posições e orientações para a acção sindical sobre assuntos da sua responsabilidade. É preciso, contudo, referir que este, como outros documentos do género, não foi aprovado nos órgãos de Direcção (Conselho Nacional e Comissão Executiva), nem sequer foi feita a sua revisão de forma mais alargada, fosse em algum grupo de trabalho constituído ou pelos chamados dirigentes permanentes.

O problema, neste caso concreto do “Guião”, diz respeito ao seu conteúdo político-sindical. Uma matéria desta dimensão obrigava a que houvesse um amplo consenso, assegurado previamente, em torno deste documento.

Concretamente, vamos aos factos objectivos: no Conselho Nacional de 25 de Janeiro deste ano houve propostas de alteração da resolução político -sindical quanto à forma de apelar ao voto nas eleições de 10 de Março que, embora tenham sido recusadas democraticamente, ilustram as divergências de posição relativamente à matéria em causa. Essa pluralidade de posições não foi tida em conta, de forma sectária, pelo que, no “Guião” agora editado, se veicula uma posição que só tem uma intenção: apelar ao voto no PCP/CDU!

As posições expressas neste “Guião” são inaceitáveis porque não têm em conta a pluralidade político-sindical da CGTP-IN e reflectem apenas a perspectiva limitada da Corrente Sindical do PCP; é uma posição, um guião sectário, que fere frontalmente o princípio de UNIDADE. 

Acresce que, ao criticar abertamente os partidos políticos devido às suas propostas de salário mínimo nacional (SMN), a CGTP-IN, através deste “Guião”, substitui-se à natural luta político-partidária que deve decorrer entre os partidos políticos no quadro do normal combate partidário.

Neste sentido, o “Guião” e respectivo conteúdo, repete-se, ferem o princípio fundador da CGTP-IN: a unidade.

Enquanto membros do Conselho Nacional da CGTP-IN e da sua Comissão Executiva, reafirmamos que, nas eleições de 10 de Março, é preciso votar para repor e conquistar direitos – incentivando a votar nos partidos das esquerdas!

É fundamental que os trabalhadores e as trabalhadoras e os reformados e as reformadas votem nos partidos das esquerdas, respeitando a liberdade de escolha de cada trabalhador(a) e reformado(a) mas, coerentes com o projecto sindical unitário, democrático e de esquerda, entendemos que os problemas económicos e sociais somente poderão ser solucionados pelos governos das esquerdas enquanto que, pelo contrário, os da direita os agravam.

Neste plano, a CGTP-IN deve apelar a todos os partidos das esquerdas para que, após as eleições e independentemente da sua representatividade parlamentar, convirjam para a constituição de um Governo Democrático das Esquerdas, única forma de resolver os problemas económicos e sociais e combater eficazmente a direita e a extrema-direita.


2)      Sobre a questão política:

Como atrás se refere, a CGTP-IN, com o “Guião para Plenário de Trabalhadores” e a crítica às propostas de SMN feita pelos partidos, está a entrar num campo que extravasa a acção e a luta sindicais, especialmente num tempo de pré-campanha eleitoral.

As reivindicações e a luta dos sindicatos e da CGTP-IN são, dentro do princípio de um sindicalismo que defende os interesses da classe trabalhadora, contra o patronato, contra as políticas de direita e contra os governos da direita e não contra os partidos políticos das esquerdas.

O apelo ao voto, directo ou indirecto, num partido político em concreto desrespeita a larga maioria dos trabalhadores e trabalhadoras associados/as aos sindicatos da CGTP-IN que votam de forma plural nos partidos das esquerdas.

Deixemos a político-partidária para os partidos políticos e cuidemos da acção e da luta político-sindicais.


3)      Sobre a questão sindical:

O espaço de intervenção e influência da CGTP-IN vai muito para além deste ou daquele partido político, seja o PCP seja o PS ou qualquer outro. Se a sua intervenção é alicerçada nos locais de trabalho (onde existem trabalhadores de todos os partidos, unidos para alcançarem melhores direitos e salários), a sua influência exerce-se em toda a sociedade, pois a CGTP-IN é a maior confederação sindical de Portugal.

É exactamente por esta razão que as suas posições político-sindicais devem ter em conta todas as correntes de opinião político-ideológicas (COPI) que a compõem e lhe dão força nos locais de trabalho e influência na sociedade.

As suas justas reivindicações, acção e luta, desenvolvem-se em função da forma como nos organizamos, da defesa dos interesses da classe trabalhadora que fazemos e que assumimos e dos princípios da unidade, democracia, independência, solidariedade e sindicalismo de massas.

A par destes princípios confederais, nós, os abaixo assinados, realçamos a AUTONOMIA SINDICAL, um outro princípio sindical basilar que agora, com este “Guião”, foi igualmente ferido pelas razões atrás descritas – e, se tivesse sido respeitado, jamais este “Guião” enfermaria dos problemas apontados.

Para concretizarmos os nossos objectivos, em defesa dos interesses da classe trabalhadora, mas também de outras camadas da população mais vulneráveis, precisamos de alargar a nossa influência nos locais de trabalho e na sociedade e não colocarmos esta imprescindível organização de trabalhadores que é a CGTP-IN ao serviço de um partido político, seja do PCP, como se tem constatado, ou de qualquer outro.

Uma CGTP-IN que afunile a sua acção e que esteja dependente de um partido político não serve Portugal, não serve os interesses da classe trabalhadora.

A CGTP-IN, se depender dos sindicalistas socialistas e independentes que connosco trabalham, continuará a ser a mais representativa confederação de trabalhadores em Portugal. Uma confederação plural, democrática, independente, solidária, de massas e autónoma, que defende intransigentemente os interesses da classe trabalhadora.

Esta, sim, é a nossa CGTP-IN – por este conjunto de razões, rejeitamos totalmente o “Guião” em causa, afirmamos que não o utilizaremos na acção sindical que realizaremos e alertamos os dirigentes da CGTP-IN para os efeitos negativos da sua edição e utilização.

Lisboa, 14 de Fevereiro de 2024

Os subscritores:

Fernando Gomes, Alexandra Costa, Francisco Medeiros, Hugo Wever, João Maneta, José Pinheiro, Juan Ascenção, Júlia Bogas Coelho, Júlia Ladeiro, Ludovina Sousa, Luís Dupont, Luísa Barbosa, Maria Fernanda Moreira, Maria Filomena Correia, Maria Graça Silva, Pedro Martins, Rui Tomé, Susana Silva e Vivalda Silva.

12 fevereiro 2024

FALECEU UM GRANDE AMIGO DA CORRENTE – EDUARDO ESTEVEZ, SINDICALISTA ARGENTINO E DIRIGENTE SINDICAL MUNDIAL

Faleceu Eduardo Estevez, sindicalista argentino e dirigente sindical mundial!

Filho de galegos emigrados na Argentina, Eduardo envolveu-se nas lutas sociais e sindicais desde muito novo.

Trabalhador da Administração Publica, foi sindicalista da ATE – Associação dos Trabalhadores do Estado, e da CLATE – Confederação Latina Americana dos Trabalhadores do Estado, na quais exerceu elevadas responsabilidades.

A partir do início da década de noventa do século passado, foi Secretário-geral adjunto da CMT - Confederação Mundial do Trabalho, de tradição cristão e inspiração humanista.

Esta era uma das três confederações sindicais mundiais que existiram até 1 de Novembro de 2006, quando se dissolveu para, juntamente com a CISL – Confederação Internacional dos Sindicatos Livres, fundarem a CSI – Confederação Sindical Internacional, que é actualmente a maior confederação sindical mundial.

Eduardo Estevez foi um conhecido e respeitado dirigente sindical internacional, que contribuiu fortemente para a fundação da CSI, entendida como a forma de combater eficazmente os efeitos nefastos da globalização e as consequências destrutivas do neoliberalismo. Combatente da Liberdade, enfrentou a Ditadura argentina, razão pela qual teve que se refugiar na Venezuela. Defensor dos Direitos Humanos, apoiou inúmeras causas humanistas, com destaque para o direito do Povo Palestiniano a ter um Estado Independente.

Eduardo Estevez conhecia o movimento sindical internacional e também a realidade sindical portuguesa. Por essa razão acompanhou em particular o processo de discussão interna na CGTP-IN sobre a sua possível filiação na CSI. É neste quadro que participou em várias conferências e seminários organizados pela CSS da CGTP-IN, tendo compreendido e apoiado fraternalmente a posição estratégica da Corrente na CGTP-IN.

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN:

Á família, que perdeu o seu ente querido, enviamos sentidos pêsames;

Á CLATE, que perdeu um dirigente histórico, endereçamos os nossos sentimentos;

Aos Amigos e Camaradas, que perderam um Companheiro de todas as horas, dirigimos as nossas condolências.

O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN

Lisboa, 01 de Fevereiro de 2024


 

 

 

19 novembro 2023

Cartaz e informação sobre o XIX Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

João Torres e Eurico Brilhante Dias intervêm no XIX Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN (CSS da CGTP-IN) realiza o seu XIX Congresso, nos dias 25 e 26 de novembro, na Foz do Arelho.

Eurico Brilhante Dias, Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, participa na sessão de abertura do Congresso, amanhã, às 11:30, João Torres, Secretário-Geral-Adjunto do Partido Socialista e Fernando Gomes, Secretário-Geral CSS da CGTP-IN intervêm na sessão de encerramento, no domingo, às 15:00.

A Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN (CSS da CGTP-IN) é a organização que enquadra delegados e dirigentes sindicais que desenvolvem a sua actividade no âmbito dos sindicatos, uniões, federações e na própria CGTP-IN.

Ao longo dos dois dias de Congresso, estão previstas as participações de Carlos Trindade (presidente da Mesa do Congresso); Francisco Madelino (presidente da Fundação INATEL); Fabian Schmiedel (director da Fundação Friedrich Ebert); Jesús Gallego (secretário de Relações Internacionais da UGT de Espanha); Elza Pais (presidente do Departamento das Mulheres Socialistas-Igualdade e Direitos); Miguel Costa Matos (Secretário-Geral da Juventude Socialista); e José Abraão (vice-presidente da Tendência Sindical do Partido Socialista).

18 maio 2023

ECCO`LET PERSEGUE DIRIGENTE SINDICAL - Solidariedade para com a Susana Bastos

 Para trabalhadores, sindicalistas e cidadãos,


Estamos aqui para chamar a atenção para uma situação de profunda injustiça que ocorreu recentemente na ECCO, uma multinacional dinamarquesa do setor de calçado. A empresa anunciou um despedimento coletivo, afetando 42 trabalhadoras da unidade de Santa Maria da Feira, uma ação que acreditamos ter sido estrategicamente organizada para despedir a nossa colega, delegada e dirigente sindical, Susana Bastos.


A Susana Bastos é uma defensora incansável dos direitos dos trabalhadores na ECCO. Ela tem sido a voz e o rosto de muitos trabalhadores, desafiando as práticas abusivas e alegações de assédio moral. A Susana Bastos esteve na linha de frente, denunciando ativamente estas práticas na empresa.


A Susana Bastos não apenas denunciou estes comportamentos, como também acredita que a estratégia da ECCO foi concebida especificamente para enfraquecer os delegados sindicais e representantes dos trabalhadores. Esta é uma atitude que fragiliza os direitos sindicais e é um ataque à liberdade da organização dos trabalhadores em defesa dos seus direitos.


Acreditamos que o despedimento coletivo de 42 trabalhadoras foi uma manobra para ocultar a real intenção da empresa: silenciar a Susana Bastos e enfraquecer a atividade sindical na ECCO. Estas 42 mulheres, incluindo a Susana Bastos, foram vítimas de uma injustiça. A Susana Bastos, em particular, abdicou de uma indemnização de 1,4 meses por cada ano de trabalho, em prol dos seus valores morais, dignidade, respeito e defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores.


Portanto, apelamos a todos os trabalhadores, cidadãos e especialmente a todos os trabalhadores sindicalizados, para se juntarem a nós na sexta-feira, dia 19 de Maio, com início às 13h30, em frente às instalações da ECCO em São João de Ver. Esta é a hora de mostrar a nossa força, o nosso poder e defender os direitos sindicais.


Estamos solidários com a Susana Bastos e com todas as trabalhadoras injustamente despedidas. O nosso lema é claro: Não há volta a dar, a Susana vai voltar!


Esta é uma luta de todos nós. Unidos somos mais fortes e juntos vamos lutar por justiça e por um ambiente de trabalho seguro e respeitoso para todos.


Não faltem! A vossa presença é fundamental. A união faz a força!


#eccolet #eccoletportugal



14 maio 2023

Posição sobre O CERCO do Chega à sede do Partido Socialista

O CHAMADO “CERCO” DO CHEGA À SEDE DO PS É UMA ACÇÃO FASCISTA
COMBATÊ-LA FIRMEMENTE É O DEVER DOS DEMOCRATAS!

E não sobrou ninguém

Primeiro levaram os comunistas

mas não me importei com isso

eu não era comunista;

 

em seguida levaram os sociais-democratas

mas não me importei com isso

eu também não era social-democrata;

 

depois levaram os judeus

mas como eu não era judeu

não me importei com isso;

 

depois levaram os sindicalistas

mas não me importei com isso

porque eu não era sindicalista;

 

depois levaram os católicos

mas como não era católico

também não me importei;

 

agora estão a levar-me

mas já é tarde

não há ninguém para

se importar com isso.

 

Martin Niemöller (1892–1984)

Pastor luterano que passou 7 anos em campos de concentração.

 

A Sociedade portuguesa foi ontem surpreendida pela informação de que o CHEGA ia proceder a um “cerco” à sede nacional do Partido Socialista, no Largo do Rato, em Lisboa.

Esta acção do partido da extrema-direita é claramente antidemocrática – desde a designação utilizada até à intenção publica de atacar as instalações de um partido democrata, tudo expressa politicamente a ideologia e as práticas do fascismo!

Há dias atrás, no Porto, uma manifestação dita da sociedade civil para protestar contra a situação política, tentou entrar numa iniciativa do PS no Pavilhão Rosa Mota, ou para impedir a sua realização ou a transformar numa arruaça.

Em poucos dias assistimos a duas acções de índole verdadeiramente antidemocrata – afirmamos mesmo, fascista!

A Democracia possibilita que cidadãos livremente protestem, denunciem e combatam as políticas efectivadas pelo governo – é normal tal suceder e somente nas ditaduras se proíbe esta prática democrática.

“Cercar” sedes ou atacar actividades partidárias (ou sindicais ou de organizações sociais) não é uma prática democrática – são acções fascistas!

Combater firme e publicamente estas acções é o dever dos democratas – o seu silêncio perante este tipo de acções é ensurdecedor e objectivamente alimenta o fascismo!

DEMOCRACIA SEMPRE - FASCISMO NUNCA MAIS! 

O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN

Lisboa, 14 de Maio de 2023

Assembleia da República, sede da democracia

21 abril 2023

Morreu Óscar Soares: Sindicalista socialista do SPGL e da CGTP-IN

MORREU O ÓSCAR SOARES: 

HONRA À SUA MEMÓRIA - O SEU EXEMPLO PERDURARÁ E ORIENTARÁ O CAMINHO DA CORRENTE!!! 

Morreu o Óscar Soares!

O Óscar foi durante toda a vida um cidadão empenhado profundamente nas causas da Liberdade, Democracia, Direitos Humanos e da Justiça Social.

Como cidadão e Capitão miliciano na Guiné, onde prestava serviço militar, participou no MFA e na Revolução do 25 de Abril; como combatente pela Justiça Social, foi, desde a primeira hora, sindicalista empenhado no Movimento Sindical dos Professores, a profissão a que dedicou a sua vida profissional enquanto engenheiro!

Óscar Soares foi um dos dirigentes históricos do SPGL – Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, desde 1977 e, durante dezenas de anos, foi um dos principais dinamizadores da corrente político-sindical Intervir +, uma das suas principais sensibilidades, como estas se designam no Sindicato.

Nesta corrente de opinião político sindical, constituída por muitos sindicalistas com ou sem partido, mas na qual os sindicalistas socialistas possuíam uma relevante participação, o Óscar teve sempre um papel fundamental.

E, neste quadro, sempre como professor na Escola Secundária Emídio Navarro, em Almada, o Óscar foi Vice-presidente do SPGL durante vários mandatos, partilhando conscientemente das responsabilidades da Direcção, membro do Conselho Nacional e do Secretariado Nacional da FENPROF, em que participava activamente e membro do Conselho Nacional da CGTP-IN, no qual intervinha frontalmente.

O Óscar foi ainda militante da Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN, na qual exerceu funções durante muitos anos no Secretariado Nacional e, sendo militante do Partido Socialista, assumiu também funções enquanto membro da sua Comissão Nacional.

Óscar Soares possuía elevados níveis de consciência política, visão estratégica, capacidade organizativa, dedicação à causa dos trabalhadores, combatividade sem radicalismos e uma modéstia ímpar.

O Óscar foi um Camarada, um Companheiro, um Amigo – sempre consciente, sempre firme, sempre combativo, sempre leal!!!

Á sua família, em particular à sua Companheira, a Corrente endereça sentidos pêsames.

Ao SPGL, em particular, à sua Direcção, a Corrente Sindical Socialista da CGTP-IN dirige condolências fraternais.

MORREU O ÓSCAR SOARES: HONRA À SUA MEMÓRIA - O SEU EXEMPLO PERDURARÁ E ORIENTARÁ O CAMINHO DA CORRENTE!!!

O Secretariado Nacional da CSS da CGTP-IN

Lisboa, 21 de Abril de 2023